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sábado, 31 de outubro de 2009

Adolescente cristão volta para a escola

CHINA (12º) - Uma semana depois que Chen Le foi expulso da escola em que estudava por causa de sua religião, o Secretário da Divisão Escolar, diversos outros orientadores e funcionários da Escola Huashan visitaram Chen Le em sua casa. Apesar de estar escrito no documento que o forçaram a assinar que “ele deveria estudar em outro lugar”, os oficiais convidaram Chen Le para voltar à escola.

O secretário ficou muito preocupado que pressão que a comunidade internacional pudesse causar problemas para ele, colocando em risco sua posição importante no sistema. Em toda a conversa não foi mencionada a questão religiosa, mas as autoridades da escola prometeram investigar quem deixou vazar a informação e a cópia do documento. O secretário e outros líderes trataram Chen Le muito bem, falando gentilmente com o adolescente e sua mãe. No dia seguinte, o menino de 17 anos comemorou com seus companheiros de classe. Para recuperar o tempo perdido, Chen Le pediu para que seus professores dessem aulas de reforço fora dos horários de aula. Ele planeja continuar com seus estudos e fazer a prova para entrar na universidade assim que encerrar o ano acadêmico.

Bob Fu, presidente da ChinaAid, celebrou o acontecimento: “Estamos muito felizes pois as autoridades da escola responderam favoravelmente a esse jovem e sua educação, e somos gratos pelo envolvimento da comunidade internacional em favor de Chen Le. Respeitamos as autoridades e lideranças da Secretaria da Educação, e agradecemos ai secretário por reverter a ordem de expulsão. Estamos felizes por sua disposição em não permitir que a opção religiosa seja motivo para a discriminação e expulsão. Esperamos que casos como este não ocorram no futuro”.

Tradução: Missão Portas Abertas


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Cristã é morta por não usar vestimenta islâmica

SOMÁLIA (5º) - Três homens mascarados, pertencentes a um grupo islâmico na Somália, balearam e mataram uma cristã que se recusou a usar véu, como é requerido pelos costumes muçulmanos.

Integrantes do grupo relativamente “moderado” Suna Waljameca mataram Amina Muse Ali, 45, no dia 19 de outubro, em sua residência em Galkayo, na região autônoma de Puntland. Foi o que informou uma fonte local.

Amina disse aos líderes cristãos que havia recebido diversas ameaças de integrantes do Suna Waljameca por não usar véu, um símbolo do islamismo. Ela disse que os membros do grupo estavam monitorando seus movimentos porque suspeitavam que ela era cristã.

A fonte conta que Amina ligou no dia 4 de outubro dizendo: “Minha vida está em perigo. Fui alertada que enfrentaria graves consequências se continuasse a viver sem o véu. Eu preciso das orações dos meus irmãos”.

“Eu fiquei chocado quando soube que ela havia sido morta. Gostaria de tê-la levado para minha casa. Perdemos uma cristã muito servil”, disse a fonte.

Amina foi de Galkayo para Jilib, a 90 quilômetros de Kismayo, em 2007. Ela foi para Puntland em resposta ao convite de uma amiga, Saynab Warsame, do clã de Darod, quando o grupo extremista al Shabaab invadiu Kismayo. Warsame nasceu lá e morou em Jilib, mas se mudou para Puntland quando a guerra começou em 1991.

Não se sabe se a amiga tinha conhecimento sobre a conversão de Amina ao cristianismo. “Ela não deveria saber, porque não era cristã.”

Em 1997, Amina, órfã e solteira, entrou para a Associação de irmãos cristãos somalis e era membro de uma igreja não registrada na região de Lower Juba.

Tradução: Missão Portas Abertas

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Estudantes de teologia são despejados do acampamento

INDONÉSIA (41º) - Jacarta, Indonésia, 20 de outubro, aproximadamente 700 estudantes da Faculdade Evangélica de Teologia de Arastamar (SETIA, sigla em Inglês) serão despejados no fim do mês de um acampamento para onde os muçulmanos os levaram no ano passado.

A educação irá acabar para os estudantes que têm vivido nas 11 tendas e estudam a céu aberto no acampamento Bumi Perkemahan Cibubur (BUPERTA), muitos deles por mais de um ano. Centenas de manifestantes gritavam “Allahu-Akbar (Deus é Grande)” e armados com facões forçaram a evacuação dos funcionários e estudantes do campus da SETIA no vilarejo de Kampung Pulo nos dias 26 e 27 de julho de 2008.

Incitados pelo anúncio de um alto-falante da mesquita que dizia: “Expulsem os vizinhos indesejáveis”, seguido de um engano entre estudantes e moradores da região. Os agressores também tinham bambus afiados e ácidos e feriram pelo menos 20 estudantes. Alguns deles ficaram seriamente feridos.

O governo de Jacarta parou de pagar o aluguel do local do acampamento, uma conta de aproximadamente R$ 560 mil reais, e os oficiais do acampamento disseram que isso resultará no despejo dos estudantes e no fim dos estudos deles no fim do mês.

No começo do mês, os oficiais do acampamento cortaram a eletricidade e a água; como conseqüência, os estudantes têm que andar 1,5km para tomar banho e usar o banheiro num mercado em Cibubur. As tendas de muitos estudantes foram derrubadas. Apesar das condições, fontes disseram que os estudantes têm mantido o entusiasmo.

O oficial da SETIA disse que o líder do acampamento recusou seu pedido para uma extensão do prazo.

“A eletricidade e a água foram cortadas depois que o gerente do acampamento de Cibubur recusar a solicitação de Arastamar”, disse o administrador da SETIA Yusuf Lifire.

Outros estudantes da faculdade estão em um abrigo temporário em outras regiões de Jacarta, mas, estão tão lotados que os estudantes estão ficando doentes.

O líder do acampamento de BUPERTA, Umar Lubis, disse que os oficiais têm demonstrado uma grande tolerância durante o tempo em que ficaram sem receber o aluguel.

O secretário da província de Jacarta, Muhayat, disse que no começo de outubro de 2008, o governo era responsável pelo aluguel do acampamento SETIA, e o governo tomou essa decisão, ele disse, por que a faculdade recusou-se a mudar para Jonggol cerca de 50 km do antigo campo.

“Nós dissemos a eles que se mudassem para Jonggol, mas Aramastar quis permanecer em Jacarta”, disse Muhayat.

O reverendo Matheus Mangentang, o reitor da SETIA, disse que eles recusaram mudar-se para Jonggol por que a autorização da escola deles era para Jacarta.

“Se nós mudássemos, teríamos que conseguir uma nova e este é um processo extremamente difícil”, disse Matheus.

As enfermidades atacam

Muitos estudantes estão sofrendo com doenças respiratórias e outras doenças, alguns estão com câncer de mama. A doença está sendo tratada pelo hospital da Universidade Cristã da Indonésia.

Um dos estudantes que moram no acampamento de BUPERTA disse que muitos alunos tiveram febres por picadas de mosquitos.

“Quando chove aqui, nós dormimos na água e na lama”, disse uma estudante de 21 anos que se identificou como Siska. “Não sabemos para onde iremos. Nós esperamos que o governo de Jacarta nos ajude”, ela disse.

O vice-governador de Jacarta, Prijanto, prometeu encontrar uma solução.

O reverendo Matheus Mangentang disse que ele continua a esperar pela boa vontade do governador de Jacarta, pois a faculdade retornaria para o seu lugar inicial em Pulo Kampung.

Tradução: Eliane Gomes dos Santos
Fonte: Compass Direct

Cristãos continuam a fugir da violência

IRAQUE (16º) - Os cristãos no Iraque começam a fugir do único lugar onde se pensava que estivessem seguros. Informações do clero local mostram que nos últimos meses uma lenta, mas constante emigração tem acontecido perto de Mossul, Norte do país, à medida que se aproximam as eleições gerais de 2010. Os líderes da igreja temem que uma nova crise de segurança possa provocar outro êxodo em massa dos cristãos, o que em algumas áreas pode significar a saída dos últimos cristãos que resistiram às inúmeras dificuldades.

Em entrevista à Ajuda à Igreja que Sofre, o Pe. Bashar Warda deixou claro que os cristãos na região de Nínive começam a sentir-se ameaçados pelos mesmos problemas de segurança que têm dificultado a vida de pessoas em tantas outras partes do país.

“A emigração das famílias cristãs que temos visto em lugares como Mossul e Bagdá está afetando a região de Nínive”, lamentou. Padre Warda disse que não poderia dar números precisos sobre a emigração, mas que em vilarejos cristãos, 30 a 40 fiéis estão partindo todos os meses.

O reitor da Basílica de São Pedro, em Ankawa, chegou a dizer que a emigração de Nínive vai aumentar, com o surgimento de sequestros, explosões e outros incidentes. Os cristãos no Iraque eram 1 milhão e 400 mil no último censo, em 1987. Agora são menos de 400 mil, de acordo com as estimativas mais recentes.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Cristãos são pressionados a se reconverterem ao islamismo

BANGLADESH (43º) - Cerca de 2.000 pessoas vieram participaram de uma reunião na vila de Passlia, às 9h da manhã, na terça-feira, dia 16 de junho. Somente 12 delas eram cristãs, recém-convertidas. Os muftis (eruditos islâmicos) da cidade organizaram o tal evento para reconverter os novos cristãos ao islamismo.

Um líder local disse: “Vamos marcar uma nova data para que os cristãos se encontrem com os eruditos islâmicos. Se eles convencerem os eruditos, nós iremos nos converter ao cristianismo”.

O Diretor-executivo da Igreja Caminho de Paz, Mannan Mridah, respondeu: “Mas nós não viemos aqui para brigar, porque acreditamos que Deus é amor”. Os cristãos que estavam com ele mantiveram firme sua fé.

Dezesseis famílias cristãs vivem na vila de Passlia, no subdistrito de Alamdanga, distrito de Chuadanga, a 225 km a noroeste de Daca. Todas elas pertencem a Igreja Caminho de Paz. Segundo uma fonte local: “Duas famílias temeram por suas vidas, porque há uma grande pressão sendo feita por diversos muftis que descobriram que elas se converteram”.

Durante o encontro, um muçulmano retorquiu: “É uma vergonha para um muçulmano se tornar um cristão. Nós não permitiremos que isso aconteça em Passlia. Nós iremos trazer essas famílias de volta ao islamismo a qualquer custo”. Ele também acusou os cristãos de destruir os relacionamentos familiares na vila, quando convertem muçulmanos, e proibiu a pregação na vila.

Hobibur Rahman, um pastor de meia-idade da Igreja Caminho da Paz, sofre perseguição de sua própria família. Ele tem três filhos e uma filha.

O pastor nos disse com o coração desanimado: “Quando meu filho mais soube sobre minha conversão, ele ficou muito irritado. Ele reuniu os muçulmanos contra mim no dia 16 de junho. Pelo menos 200 pessoas vieram a minha casa e começaram a me bater. No meio da gritaria, senti vergonha, porque minha esposa e meus filhos estavam ali, presenciando tudo o que estava acontecendo. Eles ameaçaram quebrar minha pernas, mas não fizeram isso. Alguns líderes fizeram meu filho escolher entre o pai e a casa, ele escolheu a segunda coisa”.

Os muçulmanos expulsaram Hobibur da vila. Ele lamentou: “Agora, vivo separado da minha família e tenho que ficar me movendo de lugar em lugar. Também fui proibido de usar água encanada”.

Pedidos de oração

1. Os cristãos de Passlia estão correndo perigo de serem expulsos da vila, assim como Hobibur. Oremos para que Deus intervenha a favor deles e para que continuem a permanecer firmes no Senhor apesar da pressão.

2. Ore pelo pastor Hobibur para que encontre forças e encorajamento na Palavra de Deus e em seu povo durante esse período de dificuldades. Peça a Deus que sua família também encontre Cristo.

3. Ore pelos novos convertidos de Passlia, que sofrem pressão para desistir da fé. Interceda por eles e peça que o Senhor os sustente.

Tradução: Homero S. Chagas
Fonte: Portas Abertas

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Família evangélica tem seu fornecimento de água cortado

MÉXICO (*) - Mariano Gregorio Gómez González, um evangélico que vive na comunidade de Jech’vo, Chiapas, México, tem resistido à pressão que as autoridades católicas locais tem feito contra sua família e se recusou a pagar as ofertas aos deuses locais. As autoridades de Jech’vo concordaram no dia 13 de setembro a cortar o fornecimento de água para a família de Mariano. Elas também decidiram que se Mariano não mudar de atitude e começar a frequentar a Igreja Católica, ele será preso.

Mariano Gregorio recebeu a Cristo há cinco anos junto com o resto de sua família. Ele se casou um ano depois e, agora, tem uma filha. No dia 26 de julho, na comunidade de Jech’vo, as autoridades locais junto com alguns líderes católicos começaram a pressionar Mariano para cooperar com os festivais católicos chamados de “Tekel toj”. Durante o período do festival, todos os moradores da comunidade devem se envolver com as festa comprando flores ou presentes para levarem como oferenda aos montes que ficam ao redor da comunidade de Jech’vo. A crença é a de que os deuses moram nos montes, portanto, é obrigação para todos levar as ofertas lá.

As ofertas

As ofertas são apresentadas diversas vezes por ano no cume dos montes e ao redor da comunidade. Os lugares são alterados para que os diferentes deuses das montanhas possam receber uma oferta. Mariano Gregorio, que frequenta a Igreja Asas de Águia na comunidade de Pasté, foi selecionado para comprar as flores para a Igreja Católica local, mas por causa de sua fé em Cristo, ele se recusou a comprar as oferendas que seriam dadas a esses deuses locais. Por causa disso, as autoridades locais junto com alguns líderes católicos começaram a exigir que Mariano desse uma oferta em dinheiro todos os meses.

Como Mariano não dava o valor, as autoridades locais decidiram cortar seu suprimento de água no dia 13 de setembro. Além disso, se ele não participasse dos festivais católicos, ele seria preso.

No momento, uma ação foi acionada no departamento de justiça de Chiapas, apesar de que o departamento já estivesse ciente da situação. As autoridades governamentais de Chiapas intimaram os líderes católicos e as autoridades da comunidade de Jech’vo duas vezes, mas eles ainda não responderam.

Mariano disse: “Não me importo com as consequências que isso pode me levar a sofrer. Sei que crer em Cristo não é um crime e não tenho medo”. O pai de Gregório é uma das autoridades locais na comunidade, na verdade, a segunda pessoa no comando. Apoiando o filho e a legislação federal mexicana, ele disse que iria resignar de seu cargo se as autoridades não permitissem a liberdade religiosa na comunidade.

As festividades “Tekel toj” não incluem apenas celebrações religiosas. Elas incluem um tipo de serviço comunitário no qual todas as pessoas se reúnem e constroem algo que traga benefícios para a comunidade. Alguns dos projetos já realizados incluem reparação de estradas e manutenção do sistema de água. Mariano Gregorio disse que não havia problema algum para ele participar dessa parte da festividade de “Tekel toj”, porque essa parceria iria beneficiar a comunidade. Ele acredita que é bom para eles se reunirem e juntos construírem estradas, escolas e sistemas de água potável, mas as autoridades locais de Jech’vo estão incomodadas com sua recusa de participar das atividades religiosas da festa de “Tekel toj”. Geralmente, as famílias são convidadas a participar das oferendas da festa de “Tekel toj” a cada dois ou três anos, mas os oficiais de Jech’vo estão pressionando Mariano e sua família desde que se tornaram evangélicos a participar a cada três meses.

Mariano não é o único membro da família Gómez González que foi afetado pela perseguição. Seu irmão, Andres, está também sofrendo com as consequências dela, porque recebeu a Cristo há cinco anos. Andres vive atualmente na cidade de El Carmen, Campeche, porque não conseguia ser empregado em sua cidade natal. Já que ele é considerado um membro da comunidade de Jech’vo, ele recebeu um telefonema dos líderes de Jech’vo e eles lhe ofereceram uma posição de liderança no próximo festival da comunidade, sabendo que ele rejeitaria, porque é um cristão. Como era de esperar, Andres rejeitou a oferta que fez com que as autoridades de sua comunidade natal lhe dissessem que assim que voltasse para lá seria preso.

Como a família de Mariano estava sem água, a Portas Abertas comprou um tanque de água potável com capacidade de 3.000 litros, assim, Mariano pode armazenar água em sua própria casa. A Portas Abertas também tem trabalho com o lado espiritual da vida dele para mantê-lo encorajado e fortalecido nesse período de dificuldades para ele e sua família.

Tradução: Missão Portas Abertas

CONFIRMADO: Igreja Universal fez transações ilegais, segundo Ministério Público

O Ministério Público Federal tem em seu poder documentos que indicam o uso de uma casa de câmbio chamada Diskline para fazer remessas de pelo menos R$ 17,9 milhões, em valores atualizados, para uma conta bancária em Nova York cuja beneficiária era a Igreja Universal do Reino de Deus.

As remessas ocorreram, segundo as investigações, por meio de dólar-cabo, um sistema clandestino de transações internacionais que foge do controle do Banco Central. Por esse sistema, combatido pela Polícia Federal desde que foi descoberto, em meados dos anos 90, doleiros do país abastecem contas de brasileiros no exterior sem que o BC tenha conhecimento das operações.

É uma espécie de compensação paralela entre contas bancárias abertas no exterior em nome de empresas “offshore” sediadas em paraísos fiscais. O dinheiro é entregue pelo cliente ao doleiro, no Brasil, em espécie. Simultaneamente, o mesmo valor, excluída a “taxa de administração” cobrada pelo doleiro, é transferido de uma conta aberta fora do Brasil em nome de empresa de fachada controlada pelo doleiro. Operações desse tipo são consideradas, nos EUA, retransmissões ilegais de fundos.

Os documentos que revelam as operações foram produzidos pela Assessoria de Análise e Pesquisa da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, tendo como base os achados das ações da PF e da CPI do Banestado. Num disquete apreendido na sede da Diskline e periciado pela PF, foi achada uma tabela que descreve 24 remessas feitas entre agosto de 1995 e fevereiro de 1996 no total de R$ 7,5 milhões, ou R$ 17,9 milhões atualizados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

O dinheiro era entregue por uma pessoa identificada pelo código “Ildinha/Fé” e tinha como destino final a conta nº 365.1.007852 do antigo Chase Manhattan Bank de Nova York (EUA), adquirido no ano 2000 pelo JP Morgan, dando origem ao JPMorgan Chase & Co.

Conforme documentos constantes do CD-Rom, as operações envolvendo o nome de “Ildinha/Fé” são operações em que a diretora do Banco de Crédito Metropolitano e de empresas do grupo da Igreja Universal, sra. Alba Maria Silva da Costa, fazia com a mesa de operação da empresa Diskline de São Paulo, sendo o nome “Ildinha/Fé” uma referência à funcionária da igreja de nome Ilda, que, inicialmente, era encarregada de levar as malas de dinheiro para a empresa Diskline”, apontou o relatório.

Alba Maria, referida no relatório, é uma das pessoas denunciadas pelo Ministério Público de São Paulo, ao lado do líder da Iurd, Edir Macedo, por supostos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela foi executiva de empresas controladas pela igreja.

Segundo as investigações, a Diskline teve como sócios Marcelo Birmarcker e Cristiana Marini. “Eles estão na relação de doleiros investigados no caso Banestado, sendo ambos titulares de três contas no Merchants Bank de Nova York, banco em que vários doleiros brasileiros possuíam conta e que teve o sigilo bancário afastado no curso das investigações”, prossegue o relatório datado de 22 de março de 2007.

Segundo o documento, as três contas do Merchants controladas por aqueles investigados são a Milano Finance (nº 9005035), a Pelican Holdings Group (nº 9007110) e a Florida Financial Group Ltd. (nº 9010264). Elas movimentaram (soma de entradas e saídas de recursos), entre janeiro de 1998 e janeiro de 2003, aproximadamente US$ 164 milhões.

Trading

Outro relatório federal descreve operações da “offshore” CEC Trading Corporation, aberta em nome do irmão de Edir Macedo, Celso Macedo Bezerra, com a empresa Beacon Hill Service Corporation, fechada em 2003 pelas autoridades dos EUA sob acusação de retransmissão ilegal de fundos.

A Beacon Hill –que no Brasil deu origem à maior operação deflagrada contra doleiros, a Operação Farol da Colina– transferiu US$ 76 mil para a CEC Trading entre dezembro de 1997 e junho de 1998. Os recursos foram transferidos por meio de uma subconta denominada “Titia”, igualmente gerida por doleiros do Brasil.

‘Nos contratos de câmbio recebidos do Banco Central do Brasil há a informação de que a Rádio e Televisão Record S.A. remeteu para o exterior a quantia de US$ 1,2 milhão para a CEC Trading Corporation, na mesma conta que recebeu recursos de doleiros da Beacon Hill, qual seja, a conta nº 3871339802, mantida no Barnett Bank da Flórida’, diz relatório da Procuradoria-Geral da República de outubro de 2005.

Outro lado

A Igreja Universal do Reino de Deus, procurada pela Folha na semana passada para falar sobre os relatórios em poder do Ministério Público Federal, informou na quinta-feira, por meio de sua assessoria, que não comentaria o assunto por falta de informações suficientes.

Em e-mail enviado às 13h42 da última terça-feira, a Folha detalhou os principais pontos dos relatórios do Ministério Público Federal e fez sete perguntas à Igreja Universal.

Eis a íntegra da nota enviada, em resposta, por sua assessoria: “Os advogados do escritório Moraes Pitombo não conseguiram ter acesso à investigação do Ministério Público e por esse motivo a Igreja Universal do Reino de Deus não irá se pronunciar a respeito desses fatos. As perguntas referentes ao senhor Celso Macedo e à Rede Record devem ser direcionadas a eles, pois a igreja responde somente por ela”.

Após a resposta da Igreja Universal, a Folha procurou a Rede Record e também pediu os telefones e contatos de Celso Macedo, citado nos relatórios do Ministério Público.

Em e-mail enviado à Folha, a Record confirmou uma transação comercial com a CEC Trading. “A Rádio e Televisão Record S/A não efetivou conforme o narrado acima [em perguntas enviadas pela Folha]. As transferências de valores que existiram à CEC Trading Corporation foram devidamente registradas através do Banco Central, referente ao pagamento de importação de equipamentos para o exercício de sua atividade”, afirmou.
Celso Macedo não foi localizado para comentar o assunto.

Em entrevista à Folha em agosto passado, o advogado dos líderes da Igreja Universal do Reino de Deus que foram denunciados pelo Ministério Público, Arthur Lavigne, negou quaisquer irregularidades.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Igreja é incendiada no vilarejo de Jakaram

ÍNDIA (22º) - Um grupo de pessoas não identificadas incendiou uma igreja nas primeiras horas desta quinta-feira, 22 de outubro de 2009, no vilarejo de Jakaram, Mulugu Mandal, distrito de Warangal, Andhra Pradesh, Índia.

De acordo com uma notícia publicada no site do Global Council of Indian Christians, o ataque à Igreja pertencente à Sociedade Missionária da Índia, aconteceu às 2h.

O templo foi incendiado por criminosos não identificados, e a matéria afirma que quando os vizinhos ouviram o barulho correram para fora e viram a igreja pegando fogo. Então, eles informaram o pastor imediatamente, e também ligaram para a brigada de incêndio.

No momento em que os bombeiros chegaram, 50% da igreja já estava destruída.

Um policial local registrou um boletim de ocorrência e garantiu que será realizada uma investigação mais detalhada.

Esse incidente recebeu atenção de todos os jornais locais do Estado de Andhra Pradesh.

A igreja é liderada pelo pastor P. Kumarswamy, 45, que iniciou seu ministério nos vilarejos vizinhos em 2000. Em 2005, essa igreja, que agora tem cerca de 60 membros, foi estabelecido no vilarejo de Jakaram. O templo está situado a aproximadamente 60 metros da casa do pastor Kumaraswamy.

Tradução: Missão Portas Abertas

Pastor é atacado em frente à igreja

ÍNDIA (22º) - No dia 25 de outubro, cerca de 11 homens mascarados atacaram brutalmente um pastor na cidade de Mastoori, Madhya Pradesh, Índia.

De acordo com os relatos, o culto de domingo na Igreja de Deus Bersheva foi encerrado por volta de meio-dia quando um jovem se aproximou do pastor Pavithra Kumar, 28, perguntando sobre um menino que estava desaparecido. O pastor respondeu que não havia visto ninguém, e o jovem foi embora.

Após alguns minutos, o jovem voltou com 10 outros homens em seis bicicletas e o grupo começou a agredir o pastor com tacos de madeira e com seus próprios punhos.

Quando o pastor tentou correr para a igreja, uma mulher foi envolvida na agressão e ficou ferida. Então, o pastor conseguiu entrar em uma casa e fechar a porta. Os homens ameaçaram o pastor e os membros da igreja e foram embora.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: ANS


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