sábado, 30 de agosto de 2008
Pastores presos podem enfrentar acusação de traição
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Cristãos discordam de pontos da nova Constituição equatoriana
“Esta é uma Constituição que defende a vida”, disse Corrêa. “O texto é claro. O mais é simplesmente ignorância ou má-fé em continuar jogando o jogo dos grupos que querem poder”, disse o presidente. Augusto Barrera, coordenador entre o Executivo e a Assembléia Constituinte, disse: “Não é verdade que a Constituição favorece o aborto. Ela sem dúvida protege a vida e estabelece proteção e cuidado desde o início, isto é, da concepção”. Ele também acusou a Igreja de estar ligada a organizações de oposição à Corrêa e sua aliança com o presidente de esquerda da Venezuela Hugo Chávez. Rafael Corrêa também questionou a posição da Igreja com relação à liberdade religiosa apresentada no documento. “A nova Constituição reconhece o direito de uma pessoa praticar, manter, mudar ou professar sua religião em público ou em particular e compartilhá-la com outros”, disse ele. O arcebispo de Guayaquil, Antonio Arreguis, disse que a Igreja está preocupada com a liberdade religiosa e o direito da igreja de funcionar livremente. “Nós não entraremos em uma discussão com o presidente e nem limitaremos nosso direito de livre expressão, incluindo a expressão de nossas crenças religiosas”, disse ele. “Nós iremos trabalhar para influenciar a consciência dos cristãos sobre estes assuntos. Cada cidadão é livre para tirar suas próprias conclusões sobre como eles devem votar”. Deidade Indígena ou estado secular? Além disso, a menção de uma deidade indígena, Paccha Mama, na Constituição proposta contribuiu para a divergência entre o presidente do Equador com os líderes católicos romanos e os protestantes. “Nós tememos que esta invocação de uma deidade inca, a Paccha Mama [Mãe Terra], um ser divino para os grupos indígenas, seja uma adoração a Paccha Mama”, disse o pastor Loor, que lidera uma igreja da Assembléia de Deus na cidade portuária de Guayaquil. “Incluir isso na Constituição é um retorno a centenas de anos atrás quando fogo e ar eram adorados”. Além disso, o pastor Loor acusou que a inclusão da Paccha Mama contradiz o novo documento apresentado como sendo secular. A nova Constituição, que foi aprovada no último mês de julho por uma assembléia eleita, será votada em um referendo nacional em 28 de setembro, registra em seu prefácio: “Nós, o soberano povo do Equador, celebramos a natureza, a Paccha Mama, da qual somos parte e que é parte vital da nossa existência.” O capítulo do documento sobre direitos da natureza declara: “A existência da natureza, ou Paccha Mama, onde nós reproduzimos a vida, tem o direito de ser respeitada”. Carlos Pilaminga, um dos representantes na Assembléia Constituinte do partido político indígena Pachakutik, acusou protestantes e católicos romanos de não entenderem a “cosmovisão indígena”. Paccha Mama, disse ele, não é uma deidade, mas “é um espaço eterno onde nós vivemos e do qual somos parte. Pachakamak é nosso criador, o que os católicos chamam de Deus e os evangélicos [protestantes] chamam Jeová.” “Nossos irmãos evangélicos não compreendem nossa religiosidade e espiritualidade”, acrescentou Pilaminga. A Constituição tem sido controversa no Equador e internacionalmente porque tem sido vista como consolidadora do poder do presidente sobre vários setores do governo, incluindo o sistema bancário e aos tribunais de Justiça. O documento também permite que Rafael Corrêa concorra a mandatos adicionais. Pesquisas recentes indicaram que a Constituição está tendo maior aceitação, mas ainda não ganhou apoio suficiente para ser aprovada. A aprovação necessita de 50% mais 1 voto dos que participarem do referendo. Tradução: Cláudia Veloso
Fonte: Compass Direct
Europa deve ajudar os cristãos perseguidos na Índia
ÍNDIA (30º) - Mario Mauro, vice-presidente do Parlamento Europeu, ergueu a voz esta semana para pedir que a União Européia apóie os cristãos que estão sendo vítimas do fanatismo hindu na Índia ( leia mais). Em um comunicado difundido de Rímini (Itália), onde participa de reunião organizada pelo movimento Comunhão e Libertação, Mauro declarou que "a liberdade religiosa é o teste que serve para medir o respeito das demais liberdades e direitos do homem".
Fonte: Rádio Vaticano
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Extremistas açoitam evangelista que pregava para mendigos
Fonte: Compass Direct
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Veterano de guerra se converte e é morto após espancamento
Fonte: Compass Direct
Maher El-Gohary está disposto a levar seu caso ao Tribunal de Haia
O advogado dele, Nabil Ghobreyal, declarou que seu cliente está determinado a levar o caso ao Tribunal Internacional de Justiça das Nações Unidas em Haia, na Holanda.
“Nenhum ser humano tem o direito de escolher a religião de outro ou forçá-lo a segui-la, e nenhum Tribunal tem o direito de classificar as diferentes religiões”, disse o advogado.
Mohammed Hegazy foi o primeiro
O pedido de troca de status religioso de Mohammed Hegazy, realizado em agosto, foi a primeira do tipo no Egito e causou muitos protestos. Seu pai contou à imprensa que iria matar o filho caso ele não voltasse ao islamismo. Desde a negação ao apelo de Hegazy, ele, sua mulher e seu filho estão escondidos por causa das sérias ameaças que estão sofrendo (relembre).
“Eu gostaria que todos os convertidos fizessem um grande pedido, assim, juntos poderíamos mostrar ao mundo o que está faltando nos nossos direitos”, disse Hegazy ao Compass em uma entrevista realizada na semana passada.
Mohammed Hegazy e alguns especialistas do direito disseram que um caso como esse, isolado, provavelmente teria o mesmo desfecho que o dele nos Tribunais egípcios, mas que se muitos convertidos entrassem com os mesmos pedidos, poderia haver uma grande agitação que mudaria a opinião dos juízes.
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: Compass Direct
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Manifestações de boa vontade contrastam com atitudes
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: Compass Direct
Extremistas conclamam o povo a destruir lugares de culto cristãos
Os movimentos radicais hinduístas acusaram a parte cristã da população de ter organizado o homicídio do líder fundamentalista e conclamam a multidão a destruir os lugares de culto da comunidade cristã. A organização de Laxanananda é famosa pela sua oposição ao compromisso dos cristãos e culpa bispos, sacerdotes e irmãs de proselitismo. A zona desses conflitos é o distrito de Kandhamal, onde em dezembro passado três cristãos perderam a vida e mais de 90 igrejas, entre protestantes e católicas, foram incendiadas (leia mais). Ontem, a polícia indiana informou que supostos extremistas hindus atearam fogo em um orfanato dirigido por missionários cristãos no leste da Índia, matando uma freira e ferindo gravemente um padre. O superintendente de polícia Ashok Biswal disse que o ataque ocorreu na localidade de Khuntapali, no Estado indiano de Orissa. Já houve ataques de extremistas hindus contra missionários cristãos em Orissa no passado. Em 1999, o missionário australiano Graham Staines e dois filhos dele foram mortos por uma multidão que ateou fogo no carro em que estavam (leia mais). Pedidos de oração: - Ore contra esta ofensiva do inimigo. Que todos os boatos e mentiras que culpam os cristãos pela morte de um extremista sejam desfeitos e a verdade prevaleça. - Ore contra essa onda de violência e degradação de orfanatos, igrejas e escolas cristãs. E peça para que o Senhor dê aos cristãos perseguidos a força e o amor necessários para suportar os sofrimentos sem revidar. (Texto acrescido de informações da agência Efe)
Fonte: Rádio Vaticano
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Entrevista com a Missionária Aline da Mota Rebello, da Igreja Batista do Parque São Basílio
O chamado: Na verdade, desde o meu tempo de Mensageiras do Rei quando eu estudava sobre missões e as histórias dos missionários, já sentia algo muito forte no meu coração. Lembro-me quando minha líder na época, a Evânia, dizia que sentia em seu coração que daquela organização de Mensageiras sairia uma missionária! Eu me tremia toda por dentro e falava para mim mesma que não seria eu! rsrsrs Até o dia em que tive meu chamado para missões aos 12 anos através do testemunho do missionário Miguel Zuguer. Ele havia contado sua experiência de conversão e falado da necessidade que os muçulmanos têm de conhecer a Cristo. Lembro-me dele ter feito o apelo para aqueles que também gostariam de entregar suas vidas para missões. Senti meu coração arder e ouvi claramente a voz de Deus me chamando para ser-ví-lo. Desde então, esperei o momento em que Deus iria dizer para eu sair da minha casa. Isso aconteceu aos 18 anos quando li no Jornal de Missões sobre o Projeto Radical África, que visa atingir os povos muçulmanos do Norte e Noroeste Africano. Orei a Deus e tive o desejo de participar desse projeto a fim de adquirir experiência no trabalho de evangelização com muçulmanos. E foi exatamente dentro do Projeto Radical que tive meu chamado específico para ser missionária tradutora da Bíblia através das aulas e das experiências contadas pelo missionário Rinaldo de Mattos que trabalha com a tradução da Bíblia para o povo Xerente em Tocantins há 40 anos. Fui para a África e esse chamado se confirmou ainda mais na minha vida e hoje, desejo me preparar melhor para voltar ao campo missionário e entregar toda a minha vida no trabalho de tradução da Bíblia.
Aline, quantos anos você tinha quando resolveu se tornar uma missionária e ir para o campo?
Eu tinha 12 anos quando senti o chamado de Deus para trabalhar com os muçulmanos, 18 anos quando fui participar do Projeto Radical África e 19 anos quando tive o chamado específico para ser missionária tradutora da Bíblia.
Foi excelente! Fizemos um ano no CIEM (Centro Integrado de Educação e Missões) num treinamento intensivo sobre missões, evangelismo, Bíblia, antropologia, cultura africana, islamismo e etc. Nós estudávamos manhã, tarde e noite e aos fins de semana fazíamos estágios nas favelas do Rio de Janeiro. Eu trabalhei no Morro do Cantagalo em Ipanema e foi maravilhoso para mim essa experiência! Tivemos também o treinamento de sobrevivência na selva ministrado por militares que nos prepararam para enfrentarmos todo e qualquer tipo de circunstância adversa no campo.
Minha maior dificuldade no treinamento foi o estresse, cansaço físico e mental porque o treinamento é muito intensivo e muito puxado. Eu dormia, em média, de 3 à 4 horas por dia devido os trabalhos e às atividades. Tinha dias que o que eu mais queria é poder dormir e relaxar tranquilamente!
Graças a Deus foi muito boa. Isso não significa que tenha sido perfeita, pois se nós avaliarmos dentro de nossas próprias famílias, nós temos vários conflitos, imaginem no meio de várias pessoas de famílias diferentes, estados e países diferentes com culturas totalmente diferentes! Tivemos muitos choques e conflitos que foram muito bem trabalhados pela liderança que nos possibilitaram a boa convivência e o trabalho em equipe. Às vezes acho que todas as pessoas deveriam passar pelo treinamento Radical para aprenderem a melhor lidar uns com os outros a- fim de trabalharmos unidos no Reino de Deus. Nossa divisa para o trabalho em equipe era Filipenses 2.3 e 4 que diz: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.”
No Senegal, fomos muito bem recebidos pelos irmãos da igreja de Guédiawaye (igreja que hoje está sendo pastoreada pelo casal Humberto e Elis Chagas, missionários da JMM). Os africanos são um povo muito hospitaleiro e aonde nós chegávamos eles nos recebiam com muita alegria e carinho. Costumavam dar do seu melhor para nós!
Qual foi sua maior dificuldade relacionada à adaptação na África?
Creio que foi a língua. Aprender uma nova língua não é fácil, ainda mais quando se precisa dela para tudo! No início eu me sentia como um bebê que por mais que queira falar algo não consegue transmitir. Tinha a sensação de incapacidade, pois por mais que eu soubesse muitas coisas não conseguia transmiti-las. No aprendizado do dialeto foi a mesma coisa. Mas depois que a gente começa a entender... tudo fica mais fácil! Quanto à comida e vestimenta, graças a Deus não tive muito problema. Desde que cheguei amei as roupas africanas e consegui me acostumar bem com a culinária delas (só com relação à pimenta no Senegal e o leite estragado no Mali que não!) rsrsrs
Tudo. Hoje posso dizer que não sou mais a mesma. Minha maneira de enxergar o mundo mudou e nunca mais o verei com os mesmos olhos. Estou mais sensível para muitas coisas que antes eu não percebia. Tem coisas também que antes eu achava importante e hoje não acho mais. Coisas como, por exemplo, minha fé e meu amor por Cristo e pelas pessoas perdidas aumentaram e outras como, por exemplo, meu orgulho e meu egoísmo, que diminuíram (não que estes tenham desaparecido, pois isso nunca acontecerá... infelizmente!). Aprendi a depender mais de Deus e a viver pela fé!
Quais são seus planos daqui por diante?
Meus planos agora são de fazer o seminário teológico, pois uma vez que pretendo ser tradutora da Bíblia, preciso conhecer mais profundamente a Palavra de Deus para assim fazer a tradução correta para outro idioma. Em seguida irei para a missão ALEM que oferece o curso para tradutores da Bíblia e depois, irei para o campo missionário definitivamente junto com meu esposo.
* Orem pelos fulanis (povo com que trabalhei no Mali) para que eles conheçam a Jesus Cristo e tenham a coragem para aceitá-lo mesmo que isso implique na perca de muitas coisas.
* Orem pela minha vida e pelos meus planos para o futuro. Que Deus me guie em cada passo que eu der para que eu possa estar sempre no centro da vontade de Deus.
* Orem pela minha saúde.
* Orem pelos outros jovens que estão no campo dando continuidade ao trabalho que realizamos.
Não há como ser de outra maneira, mas uma Igreja que procura envolver-se com missões, viver missões, fazer de missões a razão maior da sua vida após a promoção do verdadeiro culto a Deus, não há mesmo como deixar de ver surgir em seu meio jovens e não jovens que se sentem chamados para a obra missionária, quer as temporárias como as do tipo “TransBahia”, “Tenda da Esperança” ou mesmo “Radical África, América latina ou Brasil”, quer as de caráter “permanentes” como é o caso do Pr Gilberto e família. É natural que vocacionados de “outras igrejas” queiram “bater em nossas portas” em busca de ajuda as suas chamadas.É natural que uma Igreja que aprendeu a amar Gilberto, Jaqueline e suas filhas e os acompanha em Angola e que uma Igreja que se despediu de Aline, filha da mesma, enviando-a com o “Radical África” para o mundo muçulmano subsaárico - é natural que nessa Igreja haja os realmente vocacionados para missões bem como haja os que, romantizando missões, se achem vocacionados sem estar. Vamos ter de conviver com isso,isto é, com o surgimento em nosso meio daqueles que o Espírito Santo vai chamar para uma obra específica em termos de missões, como com aqueles que bem intencionados, sinceros, por razões várias se sentirão chamados sem estar sendo, por isso é preciso um critério mínimo, como um critério foi colocado pelo Apóstolo PAULO quando escreveu acerca dos que desejavam ser “epíscopos” (bispos ou pastores). No caso da nossa Igreja deve ficar esclarecido, patente que NÃO É O CONSELHO DE MISSÕES A ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL NA IGREJA POR RECOMENDAR E, MUITO MENOS, POR ENVIAR QUALQUER PESSOA PARA UMA OBRA MISSIONÁRIA. O trabalho do CONSELHO é manter aceso o espírito missionário da Igreja com informações, divulgações, promoções e maneiras de levantarmos recursos em relação aos que já estão nos campos. Sem dúvida cabe ao CONSELHO se envolver sempre que um novo campo ou um novo missionário nos é apresentado como desafio como é o caso da nossa parceria com a JMN que nos levou a adotar a cidade de Cascavel no Ceará, mas não é o CONSELHO quem escolhe, quem envia ou quem recomenda “A” ou “B” para essa ou aquela atividade missionária.
2. Relacionar-se bem com os demais membros da Igreja, mesmo os de diferentes faixas-etárias, assim como ter bom relacionamento com os vizinhos, colegas de escola ou serviço.
3. Não ter dívidas que não foram ou não estão sendo pagas, tanto com pessoas físicas quanto com pessoas jurídicas.
4. Vestir-se de forma equilibrada de modo a não causar mal-estar nas pessoas com as quais se relaciona.
5. A princípio estar envolvido (a) com as atividades da Igreja especialmente a Escola Dominical, e as que se relacionam com a evangelização e a oração. Ser um contribuinte regular tanto em relação ao dízimo quanto em relação a Missões.
Jairo Costa
Medalhas de ouro para atletas envolvidas com a fé

Stephanie Trafton conduziu estudos bíblicos na Vila Olímpica e no dia 18 de agosto lançou o seu primeiro disco, dentre os seis lançamentos permitidos, a uma distância de 64.74 metros. Foi campeã na primeira tentativa e obteve a sua primeira medalha de ouro em uma competição de nível internacional.
“Jesus é quem está fazendo o impossível em minha vida", disse ela antes de competir. "Se for da vontade de Deus eu realizarei a minha meta de ganhar uma medalha Olímpica.” E foi mesmo. A atleta de Cuba, Yarelys Barrio, levou a prata com um lançamento de 63.64 metros. O ouro de Stephanie Trafton foi o primeiro dos EUA na modalidade desde 1932, quando Lillian Copeland conquistou a medalha nos Jogos Olímpicos de Los Angeles."Eu acredito agora que posso fazer as coisas que Ele colocou em meu caminho ao mesmo tempo em que olho para o Senhor e busco forças”, disse a atleta. “O resultado dessa temporada esteve totalmente fora do meu controle direto, sei o que eu posso, contanto que eu seja disciplinada e foi uma surpresa", explicou ela.
Remando nas águas do EspíritoAnne Cummins, a pastora de jovens que ajudou Stephanie Trafton a se aproximar de Jesus, faz parte da equipe feminina de remo dos Estados Unidos e conquistou a medalha de ouro na prova dos oito. Ela e as colegas de equipe fecharam o tempo em 6:05.34, quase dois segundos mais rápido que a equipe feminina da Holanda, que ficou com a prata.A atleta carrega consigo a certeza de que há um propósito de Deus para ela estar no esporte, algo que ela realmente ama, e que dá a ela a oportunidade de ser um veiculo Dele aonde quer que ela vá.
“Deus me dá valor e sei que não posso ganhar isso só por remar, sinto que por causa da vida com Ele sou menos propensa a sentir os altos e baixos das minhas performances sem me abalar", disse Anne Cummins. "Deus é o meu maior fã. Ele sempre me amará não importa o que eu faça. E Ele tem grandes e árduas expectativas para mim, quer que busquemos a excelência, por isso eu sempre estou tentando melhorar."
Tradução: Tsuli Narimatsu
Fonte: Baptist Press
Israel liberta 198 prisioneiros palestinos
O prisioneiro palestino que estava há mais tempo sob custódia, Said al-Atabeh, 57, da Frente Democrática pela Libertação da Palestina, está entre os libertados. "Essa é uma grande alegria para nossas mães e para nosso povo, mas isso ainda é um pequeno passo porque deixamos para trás milhares de prisioneiros", disse Atabeh.
Atabeh foi preso em 1977 e sentenciado à prisão perpétua após ser condenado por envolvimento em atentados que mataram uma mulher israelense e feriram dezenas de pessoas. "Não é fácil libertar prisioneiros, especialmente prisioneiros que estavam envolvidos diretamente em atos terroristas contra civis inocentes", disse Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert.
O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, recebeu pessoalmente todos os libertados, dos quais apertou a mão e abraçou ao lado do túmulo do histórico líder Yasser Arafat. "Vejo 198 heróis. Estamos felizes por sua libertação, mas ainda temos tristeza em nossos corações, porque ainda há onze mil detidos em prisões israelenses", disse Abbas. "O nome de cada prisioneiro está impresso em nossos corações e esperamos ver livres também líderes como Marwan Barghouti, Ahmed Saadat e Aziz Dweik", disse, acrescentando que "não haverá paz sem que os prisioneiros sejam libertados".
Os presos foram transferidos em ônibus da prisão israelense de Ofer, situada na Cisjordânia, até o posto de controle de Bitunia, perto de Ramallah, informaram fontes da Organização para a libertação Palestina (OLP) que pediram para não ser identificadas.
Do lado israelense se considera que esta libertação demonstra que o Estado judeu "está disposto a fazer concessões dolorosas para avançar nas negociações de paz", segundo assegurou nesta segunda-feira o escritório de imprensa do governo israelense em comunicado. Com este gesto, "Israel procura intensificar seu contínuo diálogo com parceiros que estão comprometidos com a diplomacia e se opõem ao terrorismo", assegura a nota.
Cerca de 11 mil palestinos estão em prisões israelenses e conseguir a libertação deles é uma questão bastante emotiva na sociedade palestina, que os vêem como símbolos da resistência. Os libertados são em sua totalidade "membros de facções que apóiam a liderança do presidente da Autoridade (Nacional) Palestina, Mahmoud Abbas", esclarece a nota, para deixar fora de dúvidas que esta medida não representa nenhuma concessão aos islamitas do Hamas.
Fonte: Estadão