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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cinco jovens são presos após invasão em acampamento

CHINA (12º) - No dia 13 de julho, a polícia local e os oficiais do estado cercaram um acampamento de jovens cristão e prenderam 28 jovens e 4 adultos em Hubin, província de Shandong.

As autoridades confiscaram a propriedade, incluindo projetores, televisões, computadores, mesas, instrumentos musicais, equipamento de áudio, móveis e outros itens. A polícia também pegou os celulares dos jovens, Bíblias, e outros artigos. Uma testemunha disse que, durante a invasão, a polícia disse aos líderes que “é proibido para menores de 18 anos seguirem o cristianismo e, até para os mais velhos não é permitido organizar ou participar de atividades religiosas sem permissão.”

A polícia interrogou, ameaçou e agrediu os jovens cristãos na delegacia, e depois liberou a maior parte deles. No entanto, os cinco cristãos que organizaram o acampamento, incluindo um adolescente de 16 anos, ainda estão presos no Escritório de Segurança Pública. A polícia não forneceu água ou alimento para os cristãos, que estavam sofrendo de inanição e desidratação. Quando os membros da igreja souberam disso, foram até a prisão para entregar pão e água para eles. No dia 14 de julho, as autoridades condenaram os cinco cristãos a até 15 dias de prisão administrativa por “realizar atividades ilegais”. A Bíblia foi classificada como evidências no caso.

Os membros da igreja também pediram a devolução da propriedade confiscada durante a invasão ao acampamento. Os cristãos disseram que os oficiais se recusaram a aceitar e afirmaram: “De jeito nenhum. Não ficaremos com mais de 90%”.

Contatos locais pedem oração pelos jovens cristãos que ainda estão em estado de choque e pelos cinco cristãos presos.

Tradução: Portas Abertas
Fonte: China Aid Association

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Famílias cristãs perdem seu gado por causa da perseguição

LAOS (8º) - No dia 5 de julho, oficiais e moradores do vilarejo de Katin, confiscaram e abateram o gado pertencente a nove famílias cristãs em uma tentativa de forçá-los a abandonar sua religião.

Em junho, os anciãos do vilarejo alertaram as famílias, 53 pessoas no total, a renunciar a fé que haviam adotado em maio, ou enfrentariam “graves consequências”.

Quando os cristãos ignoraram esse aviso e foram cultuar em um bairro vizinho, os aldeões invadiram o curral e pegaram um porco por família, para depois abater os animais e dividir a carne entre si.

Os oficiais dizem que o roubo dos porcos – cada um vale o equivalente a seis semanas de salário na média da área – foi uma forma de punir os cristãos por ignorarem a ordem de abandonar o cristianismo.

Algo similar ocorreu em setembro do ano passado, quando oficiais apoderaram-se de um búfalo que valia, aproximadamente, US$350 de um morador cristão identificado apenas como Bounchu, afirmando que o animal seria devolvido somente se o convertido renunciasse sua fé. Quando ele se recusou, eles abateram o animal e distribuíram a carne para moradores não-cristãos.

Alegando ter agido em nome das autoridades do distrito, os oficiais disseram que continuariam a roubar o gado dos aldeões cristãos até que eles renunciem sua fé, senão, o gado não sobreviverá.

Quatro dias antes, em 8 de setembro, as autoridades da província e do distrito realizaram uma reunião no vilarejo, alegando que o governo central do Laos havia ordenado que se agisse assim em casos de abusos de liberdade religiosa na região. Eles conversaram com os líderes e moradores sobre um decreto emitido em 2002 e pediram que todas as partes respeitem as leis religiosas da nação.

Um porta-voz da Human Rights Watch no Laos disse acreditar que não há justificativas legais para os oficiais de Katin confiscarem propriedades particulares. No entanto, tradicionalmente, muitos laosianos acreditam que se os aldeões pararem de adorar os espíritos regionais, eles ficarão ofendidos e só o sacrifício de animais poderá acalmá-los.

Abuso religioso duradouro

Os oficiais em Katin ignoram as necessidades dos cristãos. Há cerca de um ano atrás, em 21 de julho, 80 cristãos foram presos no vilarejo depois que os moradores sequestraram um cristão identificado apenas como Pew e o forçou a beber saquê até ser morto por asfixia.

Quando os familiares enterraram Pew, e colocaram uma cruz de madeira em seu túmulo, os oficiais os acusaram de “praticar rituais do inimigo do Estado” e pediram um búfalo e um porco como multa.

Tradução: Portas Abertas

terça-feira, 14 de julho de 2009

"O desaparecimento dos cristãos no Oriente Médio"

DO PRESIDENTE DA ALIANÇA BATISTA MUNDIAL
Traduzo a mensagem do Reverendo, Dr. David Coffey, atual presidente da ALIANÇA BATISTA MUNDIAL a nós batistas do ocidente após sua visita ao Oriente Médio. O que aparecer em negrito, itálico e sublinhado são comentários meus – Pr. Valdemir Alves da Silva – e não do Dr. Coffey.

“O DESAPARECIMENTO DOS CRISTÃOS NO ORIENTE MÉDIO”
Tenho um amigo chamado Harry. Sua mãe, de 90 anos, faleceu há alguns meses. Eugenie Tabourian era o nome dela e ela era uma armênia cristã e, como seu esposo, ela fugiu da Turquia durante o genocídio dos armênios de 1215 e chegaram a então “terra santa” numa época em que lá havia ainda muitos cristãos. Hoje, boa parte dos cristãos nativos, isto é, dos cristãos que nasceram em Jerusalém ou nos arredores já não está mais lá. Esses cristãos tiveram de deixar suas terras, suas casas e negócio na “cidade dourada” em busca de “águas mais tranqüilas e pastos verdejantes”.

Há 60 anos os cristãos (católicos, ortodoxos, vétero-ortodoxos e protestantes e/ou evangélicos) representavam mais que 25% da população que habitava a Palestina, sendo que 80% deles moravam no “triângulo sul”, a saber, Belém, Beit Sahour e Beit Jala. Hoje o número desses cristãos foi reduzido drasticamente por causa dos conflitos entre árabes e judeus, principalmente, ainda que essa não seja a única razão. Anglicanos, luteranos e batistas eram as três principais confissões ditas “protestantes” da época.

Na verdade os cristãos estão cada vês mais perdendo a esperança de poder viver na terra que um dia testemunhou o nascimento de Jesus a Esperança do mundo e de onde, depois do Dia de Pentecostes saíram para a pregação ao mundo. Passados os primeiros 600 anos, os cristãos já haviam chegado ao leste de todo Império Romano com significativas comunidades e com missões cristãs organizadas até na China. Esses séculos testemunham um vibrante crescimento das igrejas ditas cristãs do Oriente médio, sendo que foi no Oriente Médio onde os livros do Novo Testamento ganharam o status de Escrituras sagradas, assim como foi nessa mesma região que se reuniram os primeiros grandes concílios que resolveram as grandes doutrinas da nossa Fé, a saber, os Concílios de Nicéia e calcedônia, principalmente, que definiram teologicamente (não inventaram)as doutrinas da autoridade do Novo Testamento, da Plena divindade de Jesus e da trindade...

Meu amigo harry contou-me de como a tolerância dos muçulmanos com os cristãos da palestina é cada vez menor e que em boa parte das vezes tal tolerância tem a ver com a idéia de que todos os cristãos estão de acordo com a política dos chamados “cristãos do ocidente” que, segundo eles, querem manter vivo o espírito das “cruzadas”, o que é algo constantemente explorado por Esama Bin Laden em suas “mensagens”.

Os árabes cristãos têm, com freqüência, experimentado as amargas conseqüências de um triplo prejuízo. O primeiro deles tem a ver com a questão econômica porque os vizinhos muçulmanos praticamente sufocam os empreendimentos econômicos desses árabes cristãos. O segundo tem a ver com a questão política, porque as terras desses cristão árabes têm sido confiscadas ao longo dos anos pelas colonização dos governos israelenses e o terceiro e o pior dos prejuízos, está no fato de que esses árabes cristãos se sentem marginalizados no Corpo de Cristo, especialmente pelos cristãos que vivem no ocidente.

Vários árabes batistas me disseram em minha vista a eles que “nós compreendemos o amor dos cristãos do ocidente pela nação de Israel, mas estamos estarrecidos pelo fato de que nós, os crentes em Cristo, árabes do Oriente Médio, não somos incluídos nas orações da família cristã em termos globais”. E, enfáticos, me disseram: “Não deixem de amar o povo judeu de Israel, mas por favor, amem também a nós, árabes cristãos. Achem um lugar nos corações de vocês para nós!”.

O que vi em minha visita ao Oriente Médio é que as pequenas mas ainda ativas comunidades batistas enfrentam severos desafios em termos de como testemunhar do Evangelho de Jesus Cristo. Então, este é o tempo para que nós, como família global, demonstremos nossa sensibilidade e apreço pela vida e obra desses cristãos que vivem nas terras bíblicas. Peço a cada um der vocês que me lerem para que achemos um lugar em nossos corações para nossos irmãos árabes e judeus.

O Pastor Valdemir Alves da Silva é presidente da Igreja Batista do P arque São Basílio - Rio de Janeiro, Brasil.




Conflitos entre famílias demonstram violência sectária

EGITO (21º) - Casos distintos de violência sectária em duas vilas aconteceram no Egito na semana passada, abalando a comunidade copta, enquanto muçulmanos atacaram suas casas e as forças de segurança impuseram toques de recolher em uma tentativa de manter a paz.

Na quarta-feira, 1º de julho, muçulmanos que lamentavam a morte de um menino de 18 anos, Mohamed Ramadan Ezzat, um jovem universitário atacado por um copta dono de mercearia, atacaram casas cristãs com pedras e quebraram as janelas.

Durante a violência pós-funeral, 25 pessoas ficaram feridas depois que muçulmanos enraivecidos atacaram as casas dos coptas. Fontes afirmam que os que atacaram os cristãos eram muçulmanos de bairros vizinhos.

Muitos dos 1.000 coptas cristãos que moram na vila de 4.000 habitantes fugiram ou permanecem trancados em casa com medo que as tensões possam aumentar. Uma organização que visitou o bairro de Kafr El Barbari relatou que não foi possível entrar em contato com os cristãos.

No dia 29 de junho, Ezzat foi até a mercearia de Emil Gerges para comprar refrigerantes. Uma disputa por causa de uma suposta dívida que Ezzat tinha na loja acabou quando o filho de Gerges, John, 20, esfaqueou o muçulmano. Ezzat morreu no hospital no mesmo dia. Depois disso, a família dele atacou e incendiou a mercearia e os apartamentos de Gerges.

Gerges, seus dois filhos e esposa foram presos no dia 29 de junho; a mulher foi liberada por questões de saúde, mas os homens da família continuam presos sob as acusações de homicídio culposo. As forças de segurança emitiram um toque de recolher no bairro, e colocaram um cordão de isolamento para proibir a entrada e saída de moradores.

Apesar de o conflito em Kafr El Barbari ser visto como uma disputa familiar, fontes afirmam que foi logo classificado como violência sectária, aumentando as tensões no país.

“O acontecimento pode passar como um conflito individual, mas há tanta tensão que se qualquer discussão ocorrer entre um cristão e um muçulmano, o bairro inteiro irrompe em conflitos”, diz Samia Sidhom, editora do jornal semanal copta Watani.

Até agora não houve reconciliação entre cristãos e muçulmanos, apesar de terem se encontrado. O pai de Ezzat, em uma declaração feita essa semana, disse que sua família só tem conflitos com os Gerges, e pediu para que as outras famílias cristãs voltem para suas casas. No entanto, ele insinuou que, se o tribunal não vingar a morte de seu filho, ele mesmo vai.

Samia diz que, no geral, há um crescimento nas tensões sectárias no país, porque os elementos islâmicos vêem como um benefício o aumento nas dissensões.

Ibrahim Habib, diretor da United Copts (coptas unidos), afirma: “A polícia é mais do que capaz de controlar qualquer situação que queiram. Isso é proposital. Alguma autoridade na polícia sente que é tempo de os cristãos ‘aprenderem uma lição’, e humilhá-los de acordo com a sharia (lei islâmica), ameaçá-los como dhimmi, cidadãos de segunda classe. Se o governo é sério, é capaz de controlar as coisas.”

Tradução: Portas Abertas

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Hoje comemora-se 500 anos do nascimento de João Calvino

João Calvino, um dos líderes da Reforma
INTERNACIONAL - Os lideres da Aliança Mundial das Igrejas Reformadas dizem que o aniversário de 500 anos do nascimento de João Calvino deve ser comemorado com um espírito de gratidão a Deus pela inspiração que as obras de Calvino deram a um movimento de pessoas comprometidas com uma vida de fidelidade a Deus em diferentes contextos, e porque seu legado continua a inspirar cristãos a serem fieis a Deus nos desafios do dia-a-dia.

“Os comentários de João Calvino continuam a ser relevantes nos dias de hoje. É por esse legado que devemos agradecer a Deus”, afirmaram.

Nascido no dia 10 de julho de 1509, João Calvino é conhecido por sua profunda influência sobre as grandes personalidades religiosas e sobre movimentos inteiros. As ideias teológicas do século XVI também contribuíram para o crescimento do capitalismo, individualismo e democracia no Ocidente.

“Esperamos que, através desse legado, nós, que vivemos no século XXI, também possamos ser fieis a Deus em nosso compromisso com a unidade cristã, em confrontar o mal e a injustiça na sociedade e em cumprir tudo o que podemos para ser agentes de transformação, e fazer a diferença em nossas comunidades”, disseram os líderes.

“Enquanto comemoramos os 500 anos de Calvino, que nossas ações e respostas à comunidade e ao mundo possam glorificar a Deus.”

Mais de mil pessoas se reuniram no centro de Boston nessa semana para honrar o aniversário de João Calvino, como parte da comemoração pelos 500 anos da Reforma.

De acordo com uma reportagem, o evento, que aconteceu de 1 a 4 de julho, contou com a presença de legisladores, peritos em história e cidadãos.

A conferência enfatizou as implicações teológicas e práticas da Reforma e da influência de Calvino nas instituições da família, igreja e estado, assim como na propagação da cultura.

“A tocha da liberdade que queimava em 1776, foi acesa no século XVI, pelos esforços inovadores dos reformadores protestantes – dos quais Calvino era o líder. A liberdade religiosa deve muito a ele”, disse Doug Phillips, presidente da Vision Forum Ministries.

“A liberdade civil e religiosa de que desfrutamos hoje na América vêm direto dos esforços de homens como Calvino, Martin Luther King e John Knox.

Apesar de o evento ter recebido diversos historiadores conhecidos, a missão principal era tornar as doutrinas da Reforma e a vida dos reformadores conhecidas a todos.

Para ler o editorial (em inglês) de Doug Philips sobre Calvino publicado no Washington Post, clique aqui.

Com informações da Assist News Service, BBC News e Christian Today

Tradução: Portas Abertas / www.portasabertas.org.br

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Conflitos étnicos causam morte em província chinesa

CHINA (12º) - Desde o domingo 5 de julho, Urumqi, a capital de Xinjiang, está tomada por conflitos e violência. Uma passeata feita por uigures, que começou de forma pacífica, acabou depredando veículos e lojas de chineses da etnia han, a maior da China.

O objetivo inicial da passeata era pedir a investigação de um incidente violento ocorrido entre chineses das etnias uigur e han, em uma fábrica de brinquedos no sul da China. Nesse incidente, que se deu algumas semanas atrás, pessoas vandalizaram veículos, casas e lojas. Dois muçulmanos morreram, mas o caso não foi investigado.

Após os conflitos desse domingo, a polícia prendeu mais de 1.400 homens. Mulheres uigures, protestando contra a prisão dos maridos, foram duramente reprimidas por polícia, que dispararam contra elas.

Relatos oficiais afirmam que 156 morreram e mais de mil ficaram feridas. Na terça-feira, dia 7, chineses hans, armados de barras de ferro e pedaços de pau, eram vistos nas ruas de Urumqi.

“Queremos matar os assassinos, mas a polícia está aqui, não deixa a gente fazer justiça”, diz Li, um estudante de 23 anos que quer vingança contra a minoria muçulmana uigur.

Para um colaborador da Portas Abertas na Ásia Central, esse pode ser apenas o começo de um tumulto maior em Xinjiang.

Essa região, extremamente volátil, é palco de conflitos étnicos intensos entre Hans e uigures.

Os uigures se sentem discriminados de várias formas. A China está ciente da influência fundamentalista islâmica na região, e procura combater o extremismo religioso de todas as formas.

Milhares de muçulmanos uigures foram detidos nos últimos anos. Qualquer atividade, publicação e associação religiosa que não for aprovada pelo governo é automaticamente ilegal.

Há cerca de 500 cristãos dentre os dez milhões uigures chineses, que são predominantemente muçulmanos. Esse grupo reduzido sofre pressão de três lados: por parte de outras etnias, pois são uma minoria étnica; por parte dos muçulmanos uigures, pois são ex-muçulmanos; e por parte do governo, pois são cristãos.

Atualmente, há dois cristãos uigures presos pelo governo chinês, acusados de espionagem e traição. A Portas Abertas lançou uma campanha de Ações Institucionais em favor deles.

Pedidos de oração

• Ore pelo fim da violência em Xinjiang. Peça que a justiça seja feita, indiscriminadamente.

• Peça a proteção da comunidade cristã uigur, que pode ser pega no meio do fogo cruzado e acabar sofrendo na mão de seu próprio povo, do governo ou da etnia han.

• Interceda pelos dois cristãos uigures presos. Que esse conflito não interfira de forma negativa no caso deles.

Tradução: Texto traduzido pela fonte / www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Aprovada lei de igualdade e liberdade religiosa


PERU (*) - A Comissão de Constituição do Congresso da República aprovou, na quarta-feira, 1, por unanimidade, o projeto de Lei de Igualdade e Liberdade Religiosa, que muda o panorama das relações das minorias religiosas com o Estado.

A iniciativa legislativa, de autoria da congressista Alda Laço, do partido da Restauração Nacional (RN) contempla as exonerações tributárias e a possibilidade de escolha ao aluno de participar ou não nos cursos de religião católica nas escolas públicas.

Também permite aos líderes das minorias religiosas prestarem atendimento espiritual em centros médicos, penitenciárias e delegacias, e estabelece critério para considerar uma entidade religiosa como tal. Fica proibida qualquer discriminação a pessoas por motivos religiosos.

“É preciso construir no país uma cultura da igualdade religiosa, o que permitirá o fortalecimento do sistema democrático, Iguais perante Deus, iguais perante a lei”, disse o reverendo Laço de Hornung, da Igreja Caminho de Vida.

O presidente da Comissão de Constituição, José Vargas, do Partido Aprista, qualificou a nova norma como "revolucionária", pois as entidades religiosas não-católicas serão tratadas de forma equânime pela primeira vez na história peruana.

O ex-candidato à presidência da República, pastor Humberto Lay Sun, considerou a aprovação da norma como "um ato de justiça". Disse que trata-se de "um esforço para que o país tenha realmente uma democracia e igualdade sem nenhum tipo de discriminações como ocorria".

A elaboração da norma teve o aporte de líderes religiosos como o pastor Eleazar Soria e Raquel Gago, da União Nacional de Igrejas Cristãs Evangélicas do Peru (UNICEP), e o reverendo Rafael Goto Silva, ex-presidente do Concílio Nacional Evangélico do Peru (CONEP).

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Um domingo de milagres


É dessa forma que eu considero o que aconteceu no domingo passado, o “domingo da virada”.
Começamos a “virada de missões” que acontece um junho com o novo orçamento missionário, sob um clima de desânimo. Numa igreja que contava com 954 membros, 600 dos quais “ativos” na verdade não éramos 300 membros contribuintes para missões porque dos nossos “trezentos de Gedeão”, 55 não eram membros da igreja. Eram filhos e filhas de membros, mas que ainda não são batizados, adultos agregados (freqüentadores, mas não membros) e uns três membros de outras igrejas, inclusive uma irmã da Assembléia de Deus. Diríamos então que, em termos de membresia total, 25,6% e em termos de membresia ativa, 40,8% é que estavam contribuindo para missões. Mas aí vem a noticia – O número total dos contribuintes caíra para 254 incluindo-se os 55 “contribuintes não membros”, ou seja, 199 membros da igreja (20,8% da membresia total e 33,1% da membresia ativa), sendo que, como sempre acontece, a realidade dos contribuintes regulares da igreja (dizimistas) segue a mesma tendência.

Começamos o culto e houve a contagem dos membros da igreja presentes. Eduardo me disse – “ se tivermos 200 membros, já vou falar esperançoso porque pelo menos UM está hoje aqui e que não contribuía e espero, com a ajuda de Deus, conquistá-lo”. Mas não tinha nem 180 membros presentes. Senti que o Eduardo precisou se superar, esperançoso de que entre os presentes existissem alguns que ainda não eram contribuintes. O que não me saia da cabeça era a pergunta: “será que os que não contribuem resolveram não vir hoje porque sabiam que era o “domingo da virada”. Nunca conseguirei ter a resposta para isso, graças a Deus.

Mas ai a situação foi mudando. Ao terminarmos o culto, graças aos compromissos assumidos, soubemos que tínhamos 210 membros da Igreja (menos da metade dos “ativos”), mas já era algo animador. Depois repetimos no culto vespertino. Não havia sido programado isso mas as colocações de alguns contribuintes levaram-me a ligar à tarde para o Eduardo e pedir-lhe que repetisse o que fora dito pela manhã e ai tivemos mais de 80 novas adesões. Sobre isso o Eduardo irá continuar falando em momentos especiais do culto.

Mas agora eu justifico o título dessa pastoral – UM DOMINGO DE MILAGRES, porque foi o que tivemos. Quando observei a fila das pessoas se levantando para assumir seus compromissos vendo a alegria, a emoção em seus rostos, vi paralíticos andando. Sim, vi pessoas que até então estavam de muletas, mancando em suas desculpas para não se envolverem com missões, mas que estavam sendo curadas. Sim. Também vi pessoas que tinham mãos atrofiadas, encolhidas, mas que agora podiam estender suas mãos para marcar o compromisso com missões. Sim. Vi cegos passando a enxergar. Estavam cegos não vendo o quanto missões está no coração de Deus e que uma igreja missionária é sempre abençoada e como eles são a igreja, então perceberam que Deus quer usar suas vidas e abençoa-las. Enxergaram isso. É verdade. Também vi a expulsão de demônios. Aquela parte dos agentes de satanás que trabalha para desanimar a igreja, para desviar a igreja de seus objetivos, para desfocar a visão da igreja, foi outra vez mantida longe da Graça de Deus graças à renovação dos compromissos dos que já contribuíam e aquela outra parte dos agentes de que se aproveita do descaso, da indiferença ou do descuido dos que não se envolviam com missões e por isso conseguia ficar mais próxima da igreja insinuando maldades e falando mentiras, também foi expulsa pela autoridade do Senhor Jesus, porque vários dos que até então não se envolviam, assumiram envolver-se! A DEUS TODA GLÓRIA E HONRA!

Pastor Valdemir Alves da Silva
Presidente da Igreja Batista do Parque São Basílio
"Ser uma Igreja Missionária - Nosso propósito maior"






Grande concentração evangelística


No dia 18 de julho, a partir das 18 horas, todos nós, batistas cariocas, estaremos participando de uma grande concentração evangelística, num dos maiores e mais bem equipados centros esportivos da América Latina, do qual faz parte o Ginásio Algodão, com capacidade para mais de 7 mil pessoas, quando estará pregando o Pr. Miquéias da Paz Barteto.

O evento marcará o encerramento soleníssimo e diferente da 105ª Assembléia Anual da nossa Convenção e, também, um momento de resgate da nossa história de realização de grandes programações evangelísticas.

Em 2010 e 2012, o desafio é o de enchermos o Maracanãzinho e o Maracanã de pessoas sedentas da Palavra de Deus, para salvação de muitas vidas.

Somente com muita oração e fidelidade ao Senhor isso será possível. Façamos a nossa parte!


Fonte: Convenção Batista Carioca - cbcarioca@batistacarioca.com.br

domingo, 28 de junho de 2009

Parece, mas não é

Um fenômeno decorrente do crescimento do segmento evangélico está chamando a atenção de algumas das mais tradicionais denominações do país. É a clonagem de nomes de igrejas, utilização indevida de marcas tradicionais no meio protestante por instituições sem qualquer ligação com as grandes convenções, cujos nomes utilizam numa tentativa de atrair fiéis e de tirar uma casquinha na credibilidade alheia. Em meio a um crescimento com ares desordenados – só em São Paulo, a cada ano são criadas cerca de 220 novas igrejas evangélicas, algumas das quais não passam de salinhas alugadas nas periferias –, parece cada vez mais difícil normatizar o setor. E o pior é que, além de gente bem intencionada que quer apenas anunciar o Evangelho da salvação, aventureiros pegam carona na tradição de grandes organizações religiosas, prejudicando sua imagem perante o público. No meio das mais de 300 mil igrejas evangélicas que funcionam no Brasil, muitas parecem uma coisa e são outra.

Denominações como a Batista, a Assembleia de Deus e a Presbiteriana são as maiores vítimas da clonagem eclesiástica. Organizadas em convenções nacionais, essas três gigantes, que juntas reúnem milhões de fiéis, estão capilarizadas por todo o território nacional, com uma trajetória cuja origem remonta à segunda metade do século 19 e início dos anos 1900. Mas a placa na entrada não é garantia de legitimidade. Muitas comunidades autônomas, sem qualquer ligação administrativa ou doutrinária com as denominações cujos nomes utilizam, funcionam livremente. Na zona norte do Rio de Janeiro, por exemplo, é possível encontrar a Assembleia de Deus Ministério Renovo e a Igreja Batista Templo de Milagres, que apesar dos nomes não são subordinadas às entidades cujas nomenclaturas adotam.

A clonagem eclesiástica preocupa líderes evangélicos. “Nós estamos acompanhando isso com muita perplexidade, porque essas igrejas estão nos causando grande prejuízo”, diz o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB). Reeleito no mês de abril para mais um mandato à frente da maior denominação evangélica nacional, Wellington diz que a Assembleia de Deus é uma das mais afetadas pelo problema, pois acaba tendo seu nome respingado por qualquer atitude errada de religiosos free-lancers. “Muitas vezes, os pastores dessas igrejas não têm boa formação eclesiástica, espiritual, moral e até cultural para o exercício do ministério. Por isso, causam desordem doutrinária em seus púlpitos”, observa.

Um dos principais prejuízos acontece na área financeira. Segundo Wellington, eventuais desmandos ou calotes perpetrados por dirigentes de congregações clonadas sujam o nome da denominação. “Quando precisamos fazer alguma transação ou giro bancário, temos de provar por A mais B que não somos esse tipo de gente”, reclama. O presidente diz que está nos planos da denominação fortalecer seu Corpo Jurídico para acionar a Justiça em alguns casos. “Claro que primeiro tentaremos a via diplomática, solicitando a troca do nome”, adianta.

Fragilização – Para José Carlos da Silva, presidente da Convenção Batista Nacional (CBN) e pastor da Primeira Igreja Batista de Brasília, o que está em jogo é a soberania das denominações. “O uso indevido do nome ‘batista’ por igrejas desvinculadas das entidades que nos representam causa muitos problemas”, aponta. Os crentes batistas brasileiros estão ligados a dois grandes grupos: a CBN, reunindo as igrejas de orientação pentecostal, que surgiu na década de 1960, e a centenária Convenção Batista Brasileira (CBB), de linha tradicional, cada uma delas com mais de um milhão de fiéis. Há ainda entidades menores, como a Igreja Batista Regular e a Igreja Batista Independente. Em comum, explica Silva, todas essas organizações seguem estatutos denominacionais e administrativos, com representatividade através das assembleias gerais, que normatizam o processo de eleição dos líderes. “Ou seja, há prestação de contas.”

No entender do pastor, o processo de abertura indiscriminada de congregações reflete o processo de fragilização da Igreja Evangélica brasileira, “multifacetada e carente de orientação”. Basta uma passeada pelas maiores cidades brasileiras, e até mesmo no interior, para constatar que o mercado da expansão evangélica está a todo vapor. A cada dia, novas comunidades abrem suas portas – e os nomes, por vezes, são curiosos e até esdrúxulos, como Igreja Bailarinas da Valsa Divina ou Assembleia de Deus da Fonte Santa (ver quadro). Para José Carlos da Silva, tanta originalidade, digamos assim, é uma característica cultural do povo brasileiro. “Normalmente, essas nomenclaturas são escolhidas a partir de experiências místicas, atribuídas a revelações ou sonhos. Expressam tanto ignorância como mau gosto, mas o amor tudo suporta”, resigna-se o presidente da CBN.

Roberto Brasileiro, pastor-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, também expressa preocupação com essa pulverização e pelo uso indevido do nome de sua denominação por grupos desconhecidos. “Esse fenômeno causa prejuízos para o Evangelho em geral, e traz descrédito e críticas para as igrejas. Mas nós não temos responsabilidade sobre isso”, comenta. O problema é que nomes como os usados pelas grandes denominações já são de domínio público – ou seja, quem os utiliza não comete nenhuma irregularidade do ponto de vista legal. É o que explica o advogado e mestre em direito Gilberto Garcia, especialista na legislação ligada ao funcionamento das instituições religiosas. Ele lançou o livro O Novo Código Civil e as Igrejas em 2003, época em que a mudança na lei causou alvoroço entre os pastores. Ele diz que um título como “metodista” pode ser utilizados por qualquer igreja, já que no Brasil é muito fácil abrir uma instituição religiosa. “Nomes como Assembleia de Deus, Igreja Batista ou Igreja Presbiteriana são exemplos de ‘nomes genéricos’, chamados assim por não terem sido registrados em órgãos oficiais na época oportuna.”

Segundo Garcia, depois de devidamente regulamentadas, as igrejas têm direito de personalidade sobre o seu nome, uma novidade implantada pelo novo Código Civil. “Tal direito antes só era reservado aos cidadãos”, acrescenta. “Daí ser praticamente inviável a adoção de providência legal para impedir que alguém adote essas nomenclaturas”. A proteção é assegurada, ressalva o advogado, apenas ao nome específico de uma igreja local, como Primeira Igreja Batista em São Paulo ou Igreja Presbiteriana Central de Brasília, por exemplo. “Cada igreja legalizada tem propriedade sobre seu nome específico, que é protegido contra plágios.”

“Mão torta” – Ainda segundo Gilberto Garcia, o Judiciário não pode fazer muito para frear esse processo. “No prisma legal, a denominação que uma igreja escolhe não traz qualquer embaraço, e o Cartório do Registro Civil das Pessoas Jurídicas não pode, a princípio, impedir o registro do Estatuto Associativo em função da nomenclatura”, explica. A Justiça só pode intervir, e assim mesmo se for provocada, quando o nome ferir o bom senso, os bons costumes e a percepção da sua atuação como instituição espiritual. Ou seja, a questão está sujeita a uma avaliação para lá de subjetiva.

“As igrejas aparecem, se multiplicam e ficam cheias porque oferecem uma mensagem simbólica que atende às demandas das pessoas”, opina o pastor e teólogo Lourenço Stélio Rega, diretor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Referência evangélica na área da ética cristã – é autor de Dando um jeito no jeitinho: Como ser ético sem deixar de ser brasileiro, lançado em 2000 pela Editora Mundo Cristão –, ele frisa que o crescimento de movimentos evangélicos não o incomoda. “A Bíblia diz que a porta do Reino dos Céus é estreita. A mensagem pura do Evangelho encontra-se na Palavra de Deus.” Para Rega, a maneira certa de diminuir o apelo de igrejas de fachada é o Corpo de Cristo cumprir sua missão com mais seriedade e dar mais ênfase no testemunho pessoal do crente. “Temos que pregar a mensagem pura e simples do Evangelho e ter, como Igreja do Senhor, influência positiva no ambiente em que estivermos implantados”, conclui o teólogo.

Na mesma linha vai o doutor em sociologia Ricardo Mariano. Autor de Neopentecostais – Sociologia do neopentecostalismo, ele é um dos maiores especialistas brasileiros no fenômeno evangélico e acredita que as igrejas-clone são muito pequenas para prejudicar seriamente denominações de grande porte. “Isso não vai atrapalhar um movimento religioso ascendente, que já envolve mais de 40 milhões de brasileiros”, acredita. José Wellington aposta na semeadura do Evangelho: “Ainda que muitas vezes pregada por pessoas despreparadas, os brasileiros estão sendo apresentados à Palavra de Deus. O agente pode ter mão torta, mas se a semente cair, ela vai brotar. Na hora de passar a peneira, Deus passa.”

Entre o público e o privado

O advogado Gilberto Garcia, especializado em direito civil e na legislação que rege as entidades religiosas, respondeu a algumas perguntas de CRISTIANISMO HOJE sobre o processo de abertura de igrejas:

CRISTIANISMO HOJE – O que é preciso para se abrir uma igreja no Brasil?

GILBERTO GARCIA – A organização religiosa é uma entidade associativa, uma pessoa jurídica de direito privado. Para funcionar, ela precisa averbar seu Estatuto Associativo no Cartório do Registro Civil de Pessoas Jurídicas. Em seguida, os responsáveis devem providenciar o registro na Receita Federal, obtendo assim o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). É preciso, ainda, obter o certificado de vistoria do Corpo de Bombeiros para o templo, e em alguns casos, alvará, fornecido pela prefeitura local.

Existe algum tipo de controle ou exigência sobre quem será o titular da nova igreja?

Compete exclusivamente à igreja local, convenção, denominação ou grupo religioso estabelecer os critérios para que uma pessoa se torne um pastor – ou evangelista, presbítero, diácono, bispo, apóstolo… Não há qualquer controle público sobre isso, em função da liberdade religiosa consagrada pela Constituição Federal. Entretanto, se o dirigente vai assumir a presidência de uma organização religiosa – seja qual for sua confissão de fé – juntamente com a posição de líder religioso, ele precisa, de acordo com o Código Civil, ser civilmente capaz, e ainda, não ter qualquer pendência fiscal com a Receita. Também precisa comprovar que não foi condenada em processo criminal, através de certidões oficiais.

As entidades denominacionais não podem exercer um controle efetivo sobre a abertura de novas igrejas, sobretudo aquelas que utilizarão indevidamente nomenclaturas já consagradas?

As denominações históricas não têm qualquer controle sobre a abertura de igrejas com seus nomes, pois nomenclaturas como Assembleia de Deus, Batista ou Presbiteriana são consideradas de domínio público, não havendo qualquer ilegalidade em sua utilização de modo genérico. O que não se pode é utilizar o nome de uma igreja local que tenha sido registrada, por exemplo, como Assembléia de Deus em Goiás ou Igreja Batista em São Paulo. No caso das igrejas locais, seus membros podem adotar medidas legais cabíveis para impedir, inclusive judicialmente, a utilização do nome especifico, sob as penas da lei.

Para todos os gostos

O que um visitante desavisado diria ao ser convidado para assistir a um culto na Igreja Bailarinas da Valsa Divina? Ou que impacto pode ter sobre a vida de um crente carnal o ministério da Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem, Se não Vigiar Você Fica Fora? Igrejas com nomes curiosos ou bizarros são cada vez mais comuns no Brasil. A jornalista Luciana Mazzarelli, de São Paulo, está preparando um livro sobre o assunto. Ela se diz surpresa com a criatividade dos pastores. “Em alguns casos, eles conseguem unir no mesmo nome palavras antagônicas, como Igreja Evangélica Muçulmana Javé É Pai”, diverte-se. No entanto, o objetivo de sua pesquisa – feita na maioria das vezes in loco, palmilhando ruas de periferias e bairros populares – não é ridicularizar ninguém, e sim, mostrar a diversidade de interpretações bíblicas e liturgias: “O fenômeno tem um lado positivo, pois assim o propósito de levar o Evangelho a todos os lugares está sendo cumprido”, explica Luciana. “Hoje em dia ninguém deixa de ir à igreja por falta de opção. Temos igrejas para cada tribo: surfistas, motociclistas, artistas… enfim, é igreja para todos os gostos”. Conheça algumas dessas congregações cuja originalidade já começa pelo nome:

Assembleia de Deus do Azeite Quente

Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder

Igreja Batista Templo de Milagres

Igreja Chave do Éden

Igreja do Amor Maior que Outra Força

Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo

Igreja Bailarinas da Valsa Divina

Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse

Igreja de Deus da Profecia (no Brasil e América do Sul)

Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando

Igreja Pentecostal Subimos com Jesus

Igreja Evangélica Pentecostal Jesus Vem,
Se Não Vigiar Você Fica Fora (IEPJVSNVVFF)

Igreja Evangélica Arca de Noé

Rancho dos Profetas

Igreja Asas de Águia – Visão Além do Alcance

Igreja Evangélica Pentecostal Quero Te Ver na Glória

Igreja do Cavaleiro do Cavalo Branco do Apocalipse 6.2

Igreja da Ressurreição dos Mortos
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