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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Evangélicos são presos por crerem em Jesus


MÉXICO (*) - Em 17 de janeiro, chefes de Saltillo, Estado de Chiapas, prenderam cristãos da comunidade. As autoridades pressionam os cristãos e os ameaçam a fim de que renunciem a fé cristã evangélica, uma vez que a maioria da comunidade é católica.

As autoridades reivindicam que é crime não apoiar eventos católicos e que é também um sinal de que os evangélicos não se importam com sua comunidade. Essa é uma discussão comum entre católicos no Estado de Chiapas.
Cinco homens influentes na comunidade intensificaram sua discussão com os cristãos, e no dia 17 declararam: "Prendemos esses crentes porque a fé deles em Jesus Cristo faz com que não gostemos deles e não os queremos mais em nossa comunidade".
Esses mesmos homens lideraram um grupo que foi de casa em casa, detendo oito cristãos e levando-os para a prisão. Os homens ficaram detidos da noite de domingo até a noite do dia seguinte.
Ao liberar os cristãos, os chefes da comunidade os impediram de retornar para casa e informou que suas famílias teriam de ir embora.
Foi feito um apelo à instância superior, em Las Margaritas, que se reunirá para decidir onde os cristãos serão alojados.
No momento, não se planeja levar os cristãos de volta a sua casa original. Eles terão primeiro que deixar a comunidade, mudar-se e então fazer um apelo, pedindo para retornar para sua propriedade.
Mesmo recebendo permissão para retornar, os chefes de Saltillo não sofrerão nenhuma ação legal.
Martin Gómez Cruz, um dos cristãos presos, disse: "Eu estou bem. Não fomos agredidos, mas violaram nosso direito de crer em Jesus Cristo. Continuamos a confiar em Deus porque Ele é nosso apoio".




Tradução: Missão Portas Abertas
www.portasabertas.org.br

sábado, 12 de setembro de 2009

Mais de 150 pessoas são presas por não jejuarem no Ramadã

(Mercado egípcio )

EGITO (21º) - As autoridades egípcias prenderam mais de 150 pessoas por comerem durante o Ramadã.

As prisões se deram em Assuã, no sul do Egito, e na cidade de Hurghada, no Mar Vermelho. De acordo com a rede Al-Arabia, as autoridades estão tomando medidas extremas quanto aos estrangeiros e não muçulmanos que forem encontrados bebendo, comendo ou fumando durante o período de jejum.

Essa é a primeira vez que os oficiais egípcios estão agindo de maneira tão drástica. Essa é outra demonstração do processo de islamização que ocorrerá no futuro. Atualmente, o Egito parece seguir as práticas dos países do Golfo, onde comer, beber ou fumar durante o Ramadã tem como consequência uma sentença de um mês de prisão ou uma multa de US$ 350.

“Isso vai contra os direitos básicos dos cidadãos. Nós, os cristãos, não somos muçulmanos e não cremos no jejum islâmico. Temos nossa religião e nosso próprio jejum. Até para os muçulmanos a decisão de jejuar é uma questão pessoal”, disse Magdhi Kalil, diretor do Fórum de Liberdade do Oriente Médio.

Jonathan Racho, diretor do ICC na África e Oriente Médio, afirma: “Punir não muçulmanos por comer e beber durante o Ramadã é uma vergonha e uma clara violação da liberdade religiosa. Nós condenamos a medida tomada pelo Egito de forçar muçulmanos e não muçulmanos a jejuar durante o Ramadã”.

Tradução: Portas Abertas

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cinco jovens são presos após invasão em acampamento

CHINA (12º) - No dia 13 de julho, a polícia local e os oficiais do estado cercaram um acampamento de jovens cristão e prenderam 28 jovens e 4 adultos em Hubin, província de Shandong.

As autoridades confiscaram a propriedade, incluindo projetores, televisões, computadores, mesas, instrumentos musicais, equipamento de áudio, móveis e outros itens. A polícia também pegou os celulares dos jovens, Bíblias, e outros artigos. Uma testemunha disse que, durante a invasão, a polícia disse aos líderes que “é proibido para menores de 18 anos seguirem o cristianismo e, até para os mais velhos não é permitido organizar ou participar de atividades religiosas sem permissão.”

A polícia interrogou, ameaçou e agrediu os jovens cristãos na delegacia, e depois liberou a maior parte deles. No entanto, os cinco cristãos que organizaram o acampamento, incluindo um adolescente de 16 anos, ainda estão presos no Escritório de Segurança Pública. A polícia não forneceu água ou alimento para os cristãos, que estavam sofrendo de inanição e desidratação. Quando os membros da igreja souberam disso, foram até a prisão para entregar pão e água para eles. No dia 14 de julho, as autoridades condenaram os cinco cristãos a até 15 dias de prisão administrativa por “realizar atividades ilegais”. A Bíblia foi classificada como evidências no caso.

Os membros da igreja também pediram a devolução da propriedade confiscada durante a invasão ao acampamento. Os cristãos disseram que os oficiais se recusaram a aceitar e afirmaram: “De jeito nenhum. Não ficaremos com mais de 90%”.

Contatos locais pedem oração pelos jovens cristãos que ainda estão em estado de choque e pelos cinco cristãos presos.

Tradução: Portas Abertas
Fonte: China Aid Association
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