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sábado, 27 de março de 2010

Ministro italiano condena ataques anticristãos no Paquistão

ITÁLIA (*) - A agência de notícias International Christian Concern (ICC) foi informada de que oficiais do governo italiano intimou um oficial da embaixada paquistanesa para demonstrar a preocupação sobre os “recentes episódios de intolerância religiosa no Paquistão”.

A Itália liderou os esforços da União Europeia para proteger os cristãos da perseguição. A UE estabeleceu um grupo de trabalho para proteger os cristãos perseguidos e preparar um manual para os membros das embaixadas sobre o tratamento que deve ser dado aos perseguidos.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Cristãos pedem ação do governo contra ataques

NIGÉRIA (27º) - O líder da Associação Cristã da Nigéria (CAN) no estado de Zamfara disse estar desapontado devido à falta de respostas da polícia do Estado em relação aos incêndios a igrejas.

“É uma pena que não haja nenhuma reação da polícia. Mesmo o governador se recusou a nos encontrar”, disse o presidente da CAN, pastor Edwin Okpara.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pastor e médico cristão são atacados

ÍNDIA (22º) - Um pastor foi atacado por seu serviço em Rangareddyguda, próximo a Balanagar, no distrito de Mahabubnagar, em Andhra Pradesh.

No dia 23 de dezembro de 2009, o pastor Prabhudas, juntamente com o doutor Nehemiah, foram para uma reunião de oração em Balanagar. O doutor Nehemiah já estava há dez anos em Balanagar, trabalhando como médico. Um homem chamado Satyanarayana, que já era contrário ao trabalho do pastor e do médico e aos cultos de oração, os atacou enquanto iam para uma reunião de oração.

Satyanarayana os ameaçou, dizendo que eles enfrentariam graves consequências se continuassem com as atividades na área. “O médico e o pastor não deveriam vir aqui. Eles deveriam voltar de onde vieram. Se não, vamos registrar uma queixa contra eles”, diz ele.

As vítimas pediram ajuda para os líderes cristãos locais, que já deram os primeiros passos para resolver o problema.

Tradução: Missão Portas Abertas

Fonte: All India Christian Council

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Ataques contra cristãos devem ser tidos como terrorismo

Os ataques contra os cristãos na Índia devem ser reconhecidos pelo governo como verdadeiros atos de terrorismo. É o que pedem os bispos indianos, comentando a aprovação na última quarta-feira, 17, de dois projetos de lei sobre o tema.

Segundo os bispos, a definição de terrorista que os projetos de lei apresentam é limitada e deveria, ao invés, aderir àquela indicada no National Security Guard Act de 1986, que define terrorista quem realiza “atos com o objetivo de intimidar o governo, semear o terror entre as pessoas ou desestabilizar a harmonia social”, utilizando “bombas, dinamites, substâncias explosivas ou inflamáveis, armas de fogo ou outros instrumentos que sejam capazes de matar ou destruir propriedades essenciais para a vida da comunidade”.

“Uma definição que corresponde às violências dos fundamentalistas hindus contra os cristãos em Orissa. Além do mais, em relação às vítimas das perseguições e dos ataques terroristas de Mumbai, os bispos pedem que o Natal seja festejado sem exageros, evitando ostentações”, sublinham os bispos.

Enquanto isso, as violências anti- religiosas no país não cessam. No último dia 16 de dezembro, foi seqüestrado um líder cristão muito estimado no distrito de Kandhamal, em Orissa. “O homem foi agredido por um grupo de 50 pessoas quando estava em companhia de seu filhos, que conseguiram escapar”, diz a agência Asianews.

Padre Ajay Singh, da Arquidiocese de Cuttack-Bhubaneswar, refere que após as violências desencadeadas no último mês de agosto por causa do assassinato do líder hindu Swami Saraswati no país, “a situação não mudou muito, e nos campos de refugiados o inverno está tornando as condições de vida ainda mais difíceis. São mais de 11 mil as pessoas acampadas nos centros”.

Fonte: Gnotícias

sábado, 27 de setembro de 2008

Mais igrejas são atacadas, ministro se pronuncia

ÍNDIA (30º) - Nesta semana, extremistas atacaram três igrejas no Estado de Karnataka, ao sul do país, onde a violência atingiu a níveis mais altos depois do começo das tensões em Orissa. Duas igrejas foram vandalizadas no domingo, 21 de setembro, na capital do Estado (Bangalore). Outra foi atacada no distrito de Kodagu, a 300 quilômetros de distância. Em Bangalore, as igrejas afetadas foram a Igreja de São Tiago e a Igreja Santo Nome de Jesus. A polícia disse que sete pessoas foram detidas; um vigia foi demitido por negligenciar a proteção das igrejas. Em Kodagu, os membros da Igreja dos Irmãos encontraram pedaços de vidro da fachada da igreja na manhã do domingo. O ato se deu a despeito dos dois vigias que guardavam a igreja. Na noite de 19 de setembro, a polícia de Karnataka prendeu a autoridade do Bajrang Dal no Estado, Mahendra Kumar. O Bajrang Dal é a ala jovem do partido hindu Bharatiya Janata (BJP). Mahendra foi acusado de ter ligações com os ataques a diversas igrejas em todo o Estado de Karnataka. Extremistas do Bajrang Dal depredaram inúmeras igrejas e instituições cristãs no começo de setembro. O ministro-chefe de Karnataka, B.S. Yeddyurappa, assegurou a comunidade cristã de que a segurança sobre igrejas e instituições cristãs havia sido duplicada. Ele também alegou que os ataques fazem parte de uma conspiração para incriminar o BJP. Na segunda-feira, dia 22, Yeddyurappa disse que a polícia havia prendido três pessoas, inclusive um líder do Partido do Congresso (partido que governa a Índia), todas ligadas a um violento incidente que se deu no distrito de Shimoga. O ministro havia colocado a culpa dos ataques em um suposto livreto produzido por uma organização cristã. O conteúdo do livreto teria ferido os sentimentos dos hindus. No entanto, uma equipe de investigação da Comissão Nacional das Minorias acusou o governo do BJP de “estar em comum acordo com os grupos extremistas hindus. Ele falhou em não investigar os ataques contra os cristãos e as igrejas”, relatou o Hindustan Times. A Comissão irá apresentar esse relatório ao primeiro-ministro, Manmohan Singh.
Tradução: Daila Fanny
Fonte: Compass Direct

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Grupo armado expulsa pastores e fecha igrejas

COLÔMBIA (50º) - O pastor William e sua família fugiram de sua cidade no Departamento de Meta, região central do país em 30 de agosto, depois de receber uma ameaça de um grupo guerrilheiro. Guerrilhas seguiram o pastor William até sua fazenda e o “aconselharam” a fechar sua igreja e parar com os estudos bíblicos que dirige nas casas. Caso não obedecesse, os guerrilheiros bombardeariam a igreja durante um culto. O comandante da guerrilha dera ordem para o pastor ser expulso. Ele estaria proibido de visitar outros cristãos e de pregar o evangelho. Além disso, o pastor, sua esposa e seus três filhos menores de idade deveriam deixar sua vila localizada na área rural do município de La Macarena, no sul de Meta. No dia 30 de agosto, a família fugiu apenas com a roupa do corpo. O pastor e sua família perderam todos os animais e a safra que possuíam em sua fazenda. Eles estão, no momento, em um local seguro enquanto o pastor tenta encontrar um trabalho e um local para morar. Apesar de triste, o pastor está motivado a continuar trabalhando. Ele deseja aprender atividades que vão além do trabalho na fazenda porque, na área urbana, seu conhecimento como fazendeiro não abre muitas possibilidades de emprego. O pastor William serviu como presidente do Conselho Comunal de sua vila. Sua posição possibilitou que ele falasse a outras pessoas sobre as Boas-Novas de Jesus Cristo. Esse duplo cargo que exercia, de pastor e líder comunitário, pode ter levado os guerrilheiros a ameaçá-lo e aos membros de sua igreja, contam alguns moradores de La Macarena. A mesma guerrilha também fechou igrejas em pequenos municípios próximos àquele, tais como El Ruby, San Francisco de la Sombra, Playa Rica, Los Posos, El Recreo e La Tunia. O crescimento do cristianismo tem sido restringido na maior parte das 160 vilas do município de La Macarena, e a presença de um representante da guerrilha é obrigatória em todos os cultos. O motivo principal que leva os grupos ilegais armados a fechar as igrejas é por discordarem da pregação e do ensino feitos pelos pastores e líderes da igreja. Os guerrilheiros acreditam que o cristianismo contraria a doutrina marxista e que os pastores apóiam e procuram avançar o “imperialismo” norte-americano. Os guerrilheiros acreditam que a solução de todos os problemas não está em Deus, em quem eles não acreditam, mas na revolução armada. Segundo registros, nos últimos cinco anos, cinco famílias do município de La Macarena foram expulsas por causa de sua fé. Um número muito maior de cristãos foi ameaçado, mas impossibilitado de deixar a região por dificuldades financeiras e familiares. Eles estão sendo forçados a se submeter aos padrões determinados pela guerrilha. Em algumas vilas, a igreja se reúne de maneira clandestina, mas por causa do risco que correm as reuniões não são freqüentes.
Tradução: Priscila Figueiredo
Missão Portas Abertas
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