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sábado, 22 de maio de 2010

Cristãos pedem oração por eleições que acontecem amanhã

ETIÓPIA (44º) - A Etiópia está se preparando para as eleições nacionais, marcadas para amanhã, dia 23 de maio. Os líderes das igrejas na Etiópia pediram que os cristãos em todo o mundo se unissem a eles em oração pelo país e especificamente pela Igreja na corrida eleitoral. Tradicionalmente, as eleições são momentos de dificuldade para a Igreja etíope.

Os pastores explicaram para a Portas Abertas Internacional que os ataques contra os cristãos e igrejas normalmente aumentam perto das eleições. Isso acontece porque os oficiais do governo estão mais preocupados em garantir votos para seu partido do que em punir criminosos. Essa relutância contribui para a atmosfera instável pré-eleições e abre espaço para aqueles que se opõem à fé cristã tenham oportunidade de atacar igrejas.

Os processos legais também ficam mais lentos antes das eleições. Muitos usam isso para frustrar a Igreja. Eles acusam os cristãos e os prendem. Passa-se muito tempo antes que os cristãos possam defender seu caso no tribunal.

Pedidos de oração

• A instabilidade política não beneficia os cristãos locais. Ore por eleições abertas e justas, por tolerância e compreensão entre os partidos políticos. Peça a Deus que acalme os corações e mentes dos líderes políticos, e para que a vontade de Deus seja feita nessas eleições. Ore para que todos aceitem e respeitem o resultado, e para que Deus traga paz para a Etiópia.

• Ore pelos cristãos nas áreas de maior perseguição, como Begi, Alaba, Senkele, Guragie, Silte, Antsokia, Olenkomi, Luga, Jigiga, Harar e Jimma. Peça a Deus que proteja seus filhos e ore para que os cristãos coloquem sua confiança em Deus.


Fonte: Portas Abertas

sexta-feira, 5 de março de 2010

SHOCKWAVE - A onda de oração já começou! Participe!

INTERNACIONAL - Milhões de cristãos são perseguidos em todo o mundo por causa de sua fé. Todos os dias, eles enfrentam tortura, prisão e morte apenas pelo fato de serem cristãos.

Como seria estar no lugar deles? Em Hebreus 13.3 está escrito: “lembrem-se dos que estão na prisão, como se aprisionados com eles; dos que estão sendo maltratados, como se vocês mesmos estivessem sendo maltratados”.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Pastor é atacado durante reunião de oração

ÍNDIA (22º) - O pastor Nidanapu, da igreja Sião, foi atacado por ativistas hindus no vilarejo de Kistapuram, Marikkal Mandal, distrito de Mahabubnagar, Andhra Pradesh, no dia 9 de dezembro.

O pastor estava voltando para casa após realizar uma reunião de oração na casa de um cristão juntamente com alguns membros da igreja. Por volta das 20h, um grupo de ativistas hindus atacou o pastor e os cristãos presentes na reunião. Eles o agrediram muito, provocando ferimentos internos, mas logo o pastor foi levado para o hospital mais próximo. Os agressores tumultuavam, gritando frases contra a fé cristã e acusando os cristãos de realizar conversões forçadas.

Os cristãos locais contataram a All India Christian Council para conseguir ajuda.

Tradução: Missão Portas Abertas

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Oração no Dia Mundial do Estudante em novembro

O Dia Mundial do Estudante, que será comemorado na sexta-feira 6 de novembro em 150 países, dentre estes o Brasil, é uma data destinada a oração "para que a vontade de Deus seja conhecida, e aceita, por quem, no futuro, irá conduzir os caminhos do nosso mundo", como dizem os organizadores do evento. Criado pela Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (sigla em inglês é IFES), entidade fundada há 60 anos e cuja sede é em Oxford, no Reino Unido, o evento é promovido aqui pela Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB). Os movimentos promovidos por essas organizações estudantis se caracterizaram pela oração e o compartilhar de recursos humanos e materiais.

A Aliança Bíblica Universitária do Brasil (ABUB) é um movimento missionário interdenominacional sem fins lucrativos de estudantes evangélicos que, por intermédio de núcleos de estudo bíblico, literatura e encontros de treinamento, promove a evangelização e a edificação de secundaristas, universitários e profissionais. O trabalho é desenvolvido atualmente em cerca de 90 cidades em vários estados do país.

De acordo com Reinaldo Percinoto Junior, secretário geral da ABUB, os grupos devem manter-se mobilizados: "Queremos continuar participando desta história! Solicitamos que cada grupo da ABS, ABU e ABP esteja reservando esta data para um encontro especial de oração, em celebração ao “Dia Mundial do Estudante” da CIEE. Até o final de outubro enviaremos mais informações, juntamente com sugestões sobre como este dia especial pode ser bem aproveitado. Que a vontade de Deus seja feita entre nós! E que a oração seja sempre um caminho seguro para conhecermos e nos conformarmos a essa vontade!".

Esse pode ser um bom pretexto para que você, que ainda não faz parte destes grupos cristãos de estudantes, reúna os universitários de sua igreja para uma jornada de oração.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Cristãos iniciam campanha de oração pelo país


COREIA DO NORTE (1º) - A Coreia do Norte permaneceu irredutível diante da condenação de comunidade internacional ao lançar mais dois mísseis de curto alcance na terça-feira, após ter lançado outros três na segunda. Poderá haver mais lançamentos.

O porta-voz da Portas Abertas nos Estados Unidos, Jerry Dykstra, diz que essa agressão enfatiza a importância militar da Coreia do Norte. “Atualmente há 1,2 milhão de pessoas no exército da Coreia do Norte, e um reforço de mais 5 milhões, em uma população de 26 milhões.” Ele diz que o país está se preparando para a guerra.

Apesar de o foco da Coreia do Norte estar fora do país, os cristãos não podem descansar. “Os cristãos estão correndo mais risco, se é que isso é possível. Há espiões em todos os lugares. Se eles virem um cristão com uma Bíblia, o prenderão.”

A propagação do cristianismo é um dos maiores temores do líder norte-coreano Kim Jong-Il. “Ele sente que a queda da Europa Oriental, do comunismo, foi causada pelos cristãos, e isso também pode acontecer na Coreia do Norte. É por isso que houve um aumento na vigilância às igrejas domésticas e aos cristãos.”

Enquanto isso, os líderes das igrejas norte-coreanas iniciaram uma campanha de oração. “Eles estão orando para que possam evangelizar dentro do país. Eles realmente sentem que algo irá acontecer na Coreia do Norte. Pode ser a queda do regime, e eles têm que estar prontos”, diz Dykstra.

A sociedade norte-coreana está extremamente instável. Os cristãos veem isso como uma oportunidade de desenvolver e reforçar as igrejas. Eles pedem para que a igreja no ocidente os apoie em oração, por causa de sua situação difícil. Eles também estão orando muito uns pelos outros, pois sentem que a abertura do país está próxima. Nossos irmãos estão se preparando para as mudanças do futuro.

“Que testemunho incrível ver que os cristãos começaram uma campanha de oração para conseguirem evangelizar o país inteiro. Precisamos nos lembrar deles em nossas orações, enquanto eles arriscam sua vida por causa de sua fé.”

Um pastor norte-coreano escreve: “Agradecemos a Deus por tantas pessoas orando pelo nosso país. Suas orações fortalecem os cristãos em nosso país”.

Tradução: Portas Abertas

sábado, 18 de abril de 2009

Um país em oração

Campanha 40 Dias de Jejum e Oração, que começa em 19 de abril, já mobiliza centenas de igrejas.

Uma mobilização espiritual de grandes proporções está tomando corpo no Brasil. Cerca de 300 mil crentes já se comprometeram a orar e jejuar simultaneamente entre os dias 19 de abril e 31 de maio. A iniciativa, denominada 40 Dias de Jejum e Oração – Por um novo Brasil, é a maior do gênero já intentada no país se forem considerados o número de pessoas e organizações envolvidas, a simultaneidade da campanha e seu tempo de duração. O período não foi escolhido por acaso. Quarenta dias foi o tempo que Jesus Cristo passou em oração e jejum no deserto, no início de seu ministério terreno. Quarenta também foi o número de anos que Moisés e o povo de Israel passaram em peregrinação antes de entrar na Terra Prometida. Com tanto simbolismo bíblico, o idealizador do projeto, o pastor batista Edison Queiroz, está com as mais altas expectativas. “Vamos orar e jejuar até que as comportas do céu sejam abertas e Deus derrame sobre o Brasil tamanhas bênçãos que o país venha a ser reconhecido mundialmente como a nação do Senhor Jesus”, empolga-se.

Queiroz é um entusiasta da missão evangelizadora da Igreja (ver entrevista abaixo). Foi um dos organizadores do I Congresso Missionário Ibero-Americano, o Comibam, realizado em 1987, e presidente, por oito anos, da Cooperação Missionária dos Hispanos da América Latina (Comhina). Líder da Igreja Batista de Santo André (SP), ele iniciou o movimento lá, em 2006. Em sua primeira edição, os quarenta dias de consagração e intercessão se restringiram aos membros de sua congregação. Em 2008, mais de 650 igrejas de diversas denominações já estavam integradas ao projeto, numa grande rede de fé envolvendo 180 mil pessoas. Agora, é hora de alargar as tendas. “Em 2009, igrejas dos Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Bolívia, Chile, Paraguai e Argentina também aderiram à campanha”, celebra Queiroz. “A melhor forma de mudar a nação é primeiramente mudando o interior do homem, com busca por consagração e santidade.”

O movimento de fé tem caráter não só de consagração, mas também evangelístico. Outra diretriz do projeto é que, no início da campanha, cada participante faça uma lista de, no mínimo, três, e no máximo, dez nomes pelos quais vai orar e jejuar durante o período. O objetivo das orações é que se abram oportunidades para que essas pessoas sejam evangelizadas, ganhas para Cristo e discipuladas. “Já pensou no caráter multiplicador se cada uma das pessoas convertidas através da campanha saírem por aí anunciando a Palavra de Deus?”, comenta o pastor. Ele reconhece que o projeto tem muito de sonho e utopia, mas não esmorece na fé: “O Evangelho tem um poder capaz de mudar o mundo”, destaca.

Esforço intercessório – Apesar das dimensões da campanha, os organizadores estão fazendo de tudo para que haja concordância nos pedidos. Um livro de autoria de Queiroz, contendo 40 devocionais – um para cada dia da mobilização –, numa tiragem de 100 mil exemplares, já está sendo distribuído. O livro inclui pedidos diários de oração por missões, pelo avivamento no país e por quarenta etnias indígenas brasileiras. “Cada dia os participantes clamarão por um tema específico. Essa oração conjunta é muito poderosa”, explica o pastor. No ano passado, foram vendidos 55 mil exemplares, e para 2009, o manual também tem edições em inglês, espanhol e alemão. A publicação também conta com temas semanais e sugestões aos pastores das igrejas participantes, que podem fazer suas pregações alusivas à campanha. Já o jejum poderá ser feito de acordo com as possibilidades pessoais. “Às pessoas impossibilitadas de ficar determinado período sem comer, estamos sugerindo que ao menos orem. A oração é a parte mais importante da campanha”, diz.

O pastor Queiroz enxerga no cenário nacional uma série de fatos que considera resultados da campanha do ano passado. “Oramos pela economia do país e riquezas minerais, como as gigantescas jazidas de petróleo do pré-sal foram descobertas. Clamamos também pela derrocada da corrupção no nosso país e uma sucessão de fatos inéditos começaram a ocorrer, como o desbaratamento de grandes esquemas criminosos que culminaram na prisão e condenação de empresários, magistrados e policiais corruptos”, diz. O lançamento do projeto 40 Dias de Jejum e Oração está previsto para acontecer dia 19 de abril em todas as igrejas participantes. O esforço intercessório termina em 31 de maio, data que, não por coincidência, é considerada o Dia Mundial de Oração. A mobilização conta com parceiros como Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), Ministério de Louvor Diante do Trono, Missão Portas Abertas, Servindo Pastores e Líderes (Sepal), AMME Evangelizar e Ministério Propósitos. Quem quiser saber mais sobre a campanha ou inscrever sua igreja pode acessar o site www.jejum40dias.com.br.

“A igreja local é a protagonista das missões”

Desde que foi ordenado pastor, em 1976, Edison Queiroz está envolvido em desafios evangelísticos. Um dos organizadores do I Congresso Missionário Ibero-Americano, o Comibam (1987), o religioso presidiu, durante oito anos, a Cooperação Missionária dos Hispanos da América Latina (Comhina). Autor de vários livros, sua obra mais conhecida é Igreja local e missões, na qual defende a importância fundamental da igreja local na obra missionária. Agora, seu objetivo é que a campanha de quarenta dias de intercessão, surgida em sua igreja em 2006, se espalhe pelo país e no exterior. Edison Queiroz concedeu a seguinte entrevista a CRISTIANISMO HOJE:

CRISTIANISMO HOJE – Quais foram os resultados da campanha de oração em Santo André?

EDISON QUEIROZ – Formamos um conselho de pastores que articula estratégias para ganhar o município para Cristo. Uma delas vai mobilizar cerca de 250 igrejas e um verdadeiro exército de Deus numa grande corrente de oração pelas ruas da cidade. Dividimos o mapa de Santo André e cada igreja se responsabilizará por um bairro. Nossa meta é orar em todas as localidades da cidade. Também investiremos numa forte campanha de comunicação.

Obra missionária e evangelismo são a mesma coisa?
Muitos missiólogos fazem distinção entre missionário e evangelista. Eles defendem que o missionário é quem cruza barreiras geográficas e culturais para anunciar o Evangelho. Mas em Atos 1.8, vemos que a Palavra de Deus deve ser levado não só aos confins da Terra, mas também a Jerusalém, Judéia e Samaria – ou, em outras palavras, à nossa cidade, estado e país. Resumindo, os missionários também são os membros da igreja.

Qual é o papel da igreja local em missões?
Um papel fundamental, de protagonista. É óbvio que as instituições missionárias também são importantes e devem dividir a responsabilidade pela obra, mas tanto a “matéria-prima” das missões – ou seja, as pessoas – como os recursos e as orações para este tipo de trabalho saem das igrejas. Então, elas estão na base de qualquer projeto missionário.

E as igrejas estão desempenhando este papel?
Infelizmente, não. Nossas igrejas não estão vivendo o Evangelho por falta de visão e acomodação dos pastores. Se existem igrejas, não é normal, por exemplo, haver bêbados e mendigos pelas ruas. Não dá para aceitar isso! Há muita gente se dizendo cristã e evangélica e não vivendo como Jesus. A Igreja brasileira é igual ao Mar do Caribe: grande, mas rasa, tanto intelectual como espiritualmente.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Apaziguar o Irã?

Depois de Hitler, a política de apaziguar ditadores — ridicularizada como alimentar um crocodilo por Winston Churchill, na esperança de ser a última vez — parecia estar permanentemente desacreditada. Entretanto esta política tem desfrutado algum sucesso e continua hoje sendo uma viva tentação no trato com a República Islâmica do Irã.

Há muito tempo que acadêmicos têm desafiado a simples vilificação do apaziguamento. Já em 1961, A.J.P. Taylor, da Oxford, justificou os esforços de Neville Chamberlain, ao passo que Christopher Layne, do Texas A&M, presentemente sustenta que Chamberlain "fez o melhor que pôde com as cartas que tinha". Daniel Treisman, cientista político da UCLA, acha a suposição geralmente aceita contra o apaziguamento de ser "forte demais" enquanto seu colega da Universidade da Flórida, Ralph B. A. Dimuccio a chama de "simplista".
Neville Chamberlain declarou erroneamente "paz para o nosso tempo" no dia 30 de setembro de 1938.

Talvez a forma mais convincente de tratar a tese pró-apaziguamento, do historiador britânico Paul M. Kennedy, que leciona na Universidade de Yale, é a sua proposição de que o apaziguamento tem uma longa e crível história. No seu artigo de 1976, "A Tradição de Apaziguamento na política externa britânica, 1865-1939", Kennedy definiu apaziguamento como um método de resolver disputas, "admitir e saciar queixas através de negociações racionais e fazer concessões, evitando assim os horrores de guerra". Consiste numa abordagem otimista, observa ele, presumindo que os seres humanos sejam razoáveis e pacíficos.

Desde o ministério do primeiro-ministro William Gladstone até ser desacreditado no final dos anos trinta, apaziguamento era, na descrição de Kennedy, "um termo perfeitamente respeitável" e até mesmo "uma forma particularmente britânica de diplomacia", serviu bem ao caráter e circunstâncias do país. Kennedy acha que a política tem quatro bases quase-permanentes, das quais, todas se aplicam especialmente bem aos Estados Unidos de hoje:
Moral: Depois que o movimento evangélico varreu a Inglaterra no início do século XIX, a política externa britânica tinha uma forte necessidade de resolver disputas de forma razoável e não-violenta.

Econômica: Como líder do comércio mundial, o Reino Unido tinha o interesse nacional vital de evitar interrupções comerciais das quais iria sofrer de forma desproporcionada.
Estratégica: O império global britânico denotava que era super extenso (tornando-o, nos termos de Joseph Chamberlain, um "titã cansado"); conseqüentemente, tinha que escolher cuidadosamente suas batalhas, fazendo da concessão um modo rotineiro e aceitável de lidar com os problemas.

Doméstica: A extensão da área do monopólio fez da opinião pública um fator cada vez maior na sua tomada de decisões e o público não gostava de guerras, especialmente as dispendiosas.
Como resultado, durante mais de sete décadas, Londres prosseguiu, com raras exceções, com uma política externa que era "pragmática, conciliatória, e razoável". Mais uma vez e mais outra vez, as autoridades achavam que "o acordo pacífico de disputas era muito mais vantajoso para a Inglaterra do que o recurso da guerra". Em particular, o apaziguamento influenciou de maneira contínua a política britânica em relação aos Estados Unidos (por exemplo, em relação ao Canal do Panamá, as fronteiras do Alasca, a América Latina como esfera de influência dos Estados Unidos) e o império alemão (a proposta do "feriado naval", as concessões coloniais e as restrições nas relações com a França).

Kennedy julgava esta política de forma positiva, como útil no manejo das relações exteriores do estado mais poderoso do mundo durante décadas e "encapsula muitos dos melhores aspectos da tradição política britânica". Se não foi um sucesso brilhante, o apaziguamento permitiu a Londres acomodar a influência da expansão de seus rivais não-ideológicos como os Estados Unidos e a Alemanha Imperial, que em geral poderiam ser levados em conta quanto à aceitação de concessões sem ficarem inflamados. Desta forma, reduziu a velocidade do suave declínio do Reino Unido.

Porém, após 1917 e a Revolução Bolchevique, as concessões falharam em aplacar um novo tipo de inimigo, motivado ideologicamente – Hitler nos anos trinta, Brezhnev nos anos setenta, Arafat e Kim Jong-Il nos anos noventa e agora, Khamenei e Ahmadinejad. Estes ideólogos exploram as concessões e desonestamente oferecem um quid pro quo que não pretendem cumprir. Abrigando aspirações para uma hegemonia global, eles não podem ser apaziguados. Fazer concessões a eles equivale a alimentar o crocodilo.

O apaziguamento atrai nos dias de hoje a psique ocidental moderna a despeito de sua anormalidade, que surge inevitavelmente quando os estados democráticos enfrentam inimigos ideológicos agressivos. Com referência ao Irã, por exemplo, George W. Bush pode ter bravamente condenado "o falso conforto do apaziguamento, desacreditado repetidamente através da história", mas o editor Michael Rubin do Middle East Quarterly discerne corretamente as realidades da política dos Estados Unidos, "agora Bush está apaziguando o Irã".
Resumindo, a política de apaziguamento vem se estendendo por um século e meio, desfrutou algum sucesso e sempre permanece viva. Mas com inimigos ideológicos deve ser conscientemente rechaçada, para que as lições trágicas dos anos trinta, anos setenta e anos noventa não sejam ignoradas. E repetidas.
* Daniel Pipes é diretor do Fórum do Oriente Médio e colunista premiado dos jornais New York Sun e The Jerusalem Post. Este artigo foi publicado no The Jerusalem Post em 25 de setembro de 2008 e o original em inglês Appease Iran? Está também publicado no site http://pt.danielpipes.org/article/5933 Tradução de Joseph Skilnik.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Agencia quer que os cristãos mudem o Mundo através da oração

De 23 de Fevereiro a 1 de Março, milhares de cristãos irão juntar-se em oração para se ver mudança real por todo o mundo.
A Semana da Oração pela Pobreza no Mundo da Tearfund, agência de ajuda humanitária cristã, é um convite à igreja do Reino Unido para se juntar a igrejas por todo o planeta em preces a Deus para que ouça as lamentações dos seus corações por algumas das situações mais difíceis do mundo.
Ajuda em catástrofes, a água e saneamento, as alterações climáticas, pessoas que vivem com o VIH, e que o impacto da igreja local nos lugares mais necessitados, todos eles são tópicos para a oração durante a Semana da Oração pela Pobreza no Mundo da Tearfund.
“Será que este é o Seu mundo nas nossas mãos, ou será o nosso mundo nas Suas mãos?” questiona Matthew Frost, administrador executivo da Tearfund.
“Olhe como olhar para a questão, Deus convidou-nos a fazer parte da restauração deste mundo caído, quebrado e belo. Ele nos deu o privilégio de parceria. E nós sabemos que Ele responde à oração”.
Matthew aludiu a um recente esforço de oração que viu milhares de apoiantes da Tearfund juntarem-se a outras pessoas por todo o mundo em preces pelos habitantes da República Democrática do Congo sob o regime do líder rebelde General Nkunda.
“Nós rezámos para que Deus trabalhasse no seu coração, após o seu exército ter derrotado as forças do país em vastas áreas ao redor da cidade oriental de Goma”, diz Frost.
“Estávamos preocupados com as 250.000 pessoas que ficaram sem abrigo, como resultado da sua insurreição rebelde. Evocámos isso diante de Deus em oração, em conjunto com aqueles que estavam a sofrer e a ser oprimidos, e bradámos por justiça.
“Pouco depois o grupo rebelde dividiu-se inesperadamente, diminuindo o poder de Nkunda. E de seguida, na semana passada, o próprio Nkunda foi detido por tropas ruandesas”.
Recursos para a oração, incluindo um DVD com Lynne Hybels, Tim Hughes e Roger Forster, foram disponibilizados através do sítio na Internet da Tearfund para ajudar os cristãos na semana de oração.
“Sabemos que orar sobre a pobreza global e eventos mundiais tem impacto, tanto nas nossas próprias vidas, como nas dos outros. Deus está a trabalhar neste mundo, e é entusiasmante fazer parte desse trabalho!”
Fonte: Diário Cristão / Gospel+
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