Na terça-feira, 9 de março, o Tribunal do Estado em Giza, um tribunal administrativo, se recusou a devolver o passaporte de Maher Ahmad El-Mo’otahssem Bellah El-Gohary. El-Gohary conta que ficou arrasado com a decisão, que faz com que ele viva com medo pelos próximos meses (saiba mais sobre a história de El-Gohary).
Leia diariamente as mensagens aqui expostas, além de notícias em geral.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Autoridades se recusam a devolver passaporte de cristão
EGITO (20º) - Na semana passada, um tribunal egípcio se recusou a devolver o passaporte de um ex-muçulmano que deixou o Egito para salvar sua vida.
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terça-feira, 2 de março de 2010
Cristão é condenado a prisão perpétua por acusações falsas
PAQUISTÃO (14º) - A agência de notícias International Christian Concern (ICC) foi informada de que o tribunal paquistanês condenou um cristão à prisão perpétua por, supostamente, fazer comentários “degradantes” sobre o Alcorão e Maomé.
O jornal paquistanês Dawn relatou que o tribunal também multou Qamar David em 101.000 rúpias paquistanesas (US$ 1.187,00).
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Apesar de toda a dificuldade, a Igreja está crescendo no Afeganistão
AFEGANISTÃO (6º) - AClassificação de países por perseguição é uma lista na qual os países são classificados segundo o grau de intolerância para com o cristianismo. Seu objetivo é informar a reação dos países ao evangelho e acompanhar aqueles em que a perseguição está se tornando mais intensa.
O Afeganistão ocupa a 6ª posição na Classificação. Ser cristão nesse país ainda é difícil, em particular porque a Constituição é baseada em princípios Islâmicos. Além disso, o islamismo é a religião estatal e as leis não podem contradizer essas crenças religiosas.
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segunda-feira, 16 de março de 2009
A crise e o Congresso de Pais
Em quase todos os dias as notícias principais dos nossos noticiários são as que nos dão contas da recessão mundial e as suas conseqüências emnosso país. Para alguns economistas e jornalistas parece inconcebível que, de repente, possamos sobreviver às águas furiosas da crise. Não lhes satisfazem mostrar que temos que navegar, sacudidos para lá e para cá, é verdade, mas navegar nelas. Parece que se não afundarmos nelas estará tudo errado. A queda dos nossos juros “já foi tarde demais” e, a queda do nosso PIB, foi anunciada como se estivéssemos sendo atingidos por um tsunami. Para um país que nunca foi atingido por um tsunami de verdade (falo do tsunami dos mares), fica fácil comparar esta ou aquela situação com um deles. Duvido que aquelas populações da Ásia que foram atingidas pelo tsunami de 2004 equiparando suas crises financeiras ou políticas ao que tiveram de testemunhar e enfrentar. O fato é que a situação vem sendo também trabalhada para trazer o medo, o desânimo, a angústia, enfim para paralisar, “engessar” as pessoas e aí não há como não “espiritualizar” as coisas.
Eu sempre acreditei que as grande crises financeiras e políticas do mundo têm como alvo principal atingir o povo de Deus. É óbvio que os financistas, economistas e políticos do mundo não podem perceber isso, mas no dia do Juízo entre tantas e tantas surpresas terríveis que terão, ainda terão que saber disso.
Crises financeiras e políticas atingem a obra missionária e quando se atinge a obra missionária se atinge de forma vigorosa a Igreja, o povo de Deus. No caso do Brasi, por exemplo, sobem o dólar e o euro, apesar de ser, a primeira moeda o dinheiro do país “mais atingido pela recessão”, os Estados Unidos e a segunda o dinheiro da área mais atingida pela tal recessão depois dos Estados Unidos. As explicações são dadas para parecer isso muito lógico, mas de lógico isso não tem nada. Porque sobem o dólar sobem as despesas com a manutenção dos que estão no exterior enviados pelas nossas igreja. As juntas começam a cortar despesas nos campos, cortes que normalmente significam “trazer de volta alguns”. Como a tensão é generalizada, também não se investe no campo nacional prque se tem de esperar para ver como é que fica. Será muito bom, não só para o reino mas para cada um de nós, membro dessa igreja, que não caiamos nessa “esparrela” achando que os nosso compromissos missionários têm de diminuir porque não se sabe o que vem por aí. Se fizermos isso, simplesmente, estaremos fazendo acontecer o que o grande inspirador das crises que conta com as participações indispensáveis de auxiliares humanos quer: atingir a obra de Deus.
Crises financeiras atingem a família E QUANDO SE ATINGE A FAMÍLIA A IGREJA É ATINGIDA. A ameaça e a realidade do desemprego em boa parte causadas pelas chances do se ter “mão de obra” mais barata e se poder substituir o ser humano pela tecnologia sem parecer ter culpa (a culpa é da crise) têm a ver com a crise e é óbvio, isso deixa as pessoas atordoadas. Não há como isso não afetar relacionamentos marido e mulher, pais e filhos.
Pais e filhos ficam tensos em situações de crises financeiras dado ao apelo do consumismo exacerbado que já devia ter sido combatido há muito tempo porque é algo errado, pecaminoso como ou sem crise financeira mas que agora, por causa dela, precisa ser “dominado”. É quando então se descobre o quanto isso não é nada fácil mesmo nas famílias cristãs. Quando a situação já era de “dificuldades” a crise aumenta porque ela traz o fim das perspectivas de melhoras. Enfim, tudo vai ficando complicado.
Se os filhos ainda são pequeninos, papai e mamãe vão ficando ansiosos diante da possibilidade de lhes ter de privar, quem sabe, da escola sofisticada ou não mas cuja mensalidade “pesa”. Quem sabe não poderá mais acontecer a “festa de aniversário”. Quando os filhos são maiores o perder facilidades pode significar “ganhar as chances” de haver constantes “bate-bocas”, ameaças, atos de rebeldia e isso na família cristã vai fazendo o ambiente em casa se tornar “como o diabo gosta” e os cultos vão se tornando penosos, o prazer de comunhão substituído pelos lamentos constantes e a contribuição um castigo, sentimento que só piora a situação porque Deus ama ao que dá com alegria. Quando não se tem a alegria em dar não se pode esperar a manifestação do amor de Deus abençoando no que precisamos ser abençoados e aí os referenciais vão sendo perdidos. Enfim, é a igreja sendo atingida ainda mais.
No afã de ajudar as nossas famílias a perceberem o quanto o bom e, por isso, o correto relacionamento pais e filhos faz parte do que é indispensável para abençoar a igreja e assim nos abençoar (a igreja somos nós), é que o nosso Ministério da Família que em breve, pela Graça de Deus, estará recebendo o pastor Mauro como pastor de tempo integral da família, está promovendo O PRIMEIRO CONGRESSO DE PAIS DA IGREJA e, de repente, O PRIMEIRO CONGRESSO DE PAIS DA NOSSA REGIÃO.
Ao pastor José Maria nossos agradecimentos por ter aceito o convite do nosso Ministério da Família. Nossas orações para que o irmão seja o alento de Deus no que o alento for necessário como os salmistas foram em várias ocasiões, mas que o irmão também seja “o Amós” que desmascarou o formalismo e a hipocrisia religiosa de Israel então iludido por sua prosperidade e por isso sem ver a ruína que estava à frente por causa da desunião do seu povo e do fim dos princípios da dec~encia da família onde pais e filhos estavam juntos para fazer o errado (Am 1.7). Seja bem vindo.
Pr. Valdemir Alves da Silva
IBPSB – Campo Grande - RJ
quarta-feira, 11 de março de 2009
Curso ensina pastor a ser empresário da fé
A seara exige obreiros empreendedores, criativos, capazes de trabalhar em grupo e de liderar com visão global
Desmerece a obra de Deus aquele que se nega a entregar o dízimo. Deus não é mendigo e não precisa de resto
A igreja é uma empresa, e uma empresa difícil de ser conduzida porque o seu estoque são almas
O ser humano é interesseiro e quer que a igreja manifeste a presença de um Deus vivo com retorno imediato
O povo não pode ouvir os obreiros falar sobre as doenças deles. Como crerão se o próprio mensageiro não recebe a benção na prática?
A cartilha dos grandes empresários diz que, para se dar bem nos negócios, é fundamental estar atento às mudanças na sociedade, empregar com eficiência a propaganda, estudar o público-alvo, cuidar bem dos funcionários e vigiar a concorrência. Pois essas regras também valem para os que desejam abrir a própria igreja evangélica, segundo um curso oferecido pelo Seminário Brasileiro de Teologia (SBTe).
Uma frase presente na apostila do “Curso de Formação de Pastor” dá o tom do seu conteúdo: “A igreja é uma empresa, e uma empresa difícil de ser conduzida, porque o seu estoque são almas”.
Partindo da premissa de que os meios de comunicação transformaram a sociedade, o curso convoca os pastores a uma adaptação aos novos tempos: “As igrejas que não seguirem a cultura dos povos tendem a ficar vazias”.
A advogada e aluna do curso Laudicéia Koschitz, 39, concorda. Não acha errado, por exemplo, que as evangélicas se embelezem. “A mulher é uma obra maravilhosa de Deus e precisa se arrumar.”
Hoje, diz o curso, o pastor deve ser “empreendedor, criativo, capaz de trabalhar em grupo e de liderar com visão global”.
Pastor Marcelo de Souza ora por religiosos que pedem milagres ao Espírito Santo
As igrejas pentecostais já parecem ter entendido. Em 2002, segundo pesquisa do Eseb (Estudo Eleitoral Brasileiro), seus seguidores já eram
11,1% do total da população, número quatro vezes maior que em 1980.
Para aproveitar esse crescimento vertiginoso, o curso lista atitudes que devem ser tomadas pelo pastor empreendedor (leia quadro ao lado).
Antes de abrir uma igreja, por exemplo, ele deve estudar a região e o público-alvo. Se o local for pobre, ajudam a atrair gente a distribuição de lanches e o sorteio de cestas básicas.
Na Assembléia de Deus do Jardim do Apurá (zona sul de São Paulo), o fiel que fica até o fim do culto recebe um cachorro-quente.
Pastor parte o pão para distribuir a fiéis
É importante ainda que o pastor seja “um ator, um dramaturgo” para “acomodar o

povo, chamar a sua atenção e fechar a sua boca”.
Para ser eficiente, ele é aconselhado a se alimentar bem e a se exercitar com musculação e corrida. Quando tiver de ministrar por tempo muito longo, deve evitar o sexo nos quatro dias anteriores.
Marcelo de Souza, 36, é um aluno que concorda com a importância do preparo físico. Se não jogasse futebol sempre que possível, talvez não conseguisse andar sem parar enquanto prega e nem ficar na ponta dos pés nos momentos mais dramáticos.
Outro fator determinante para o sucesso é pregar conforme a vontade do público. Em geral, diz o curso, pessoas mais pobres tendem a gostar de “ver coisas sobrenaturais” (como sessões de exorcismo), de dançar, cantar e ouvir o pastor falar em línguas estranhas (glossolalia).
Também se deve empregar o maior número possível de fiéis na igreja. “Os que participam e se sentem valorizados não migram para outra igreja, pagam o dízimo todo mês e trazem a família e amigos para vê-los.”
“O curso se vale dos melhores textos da área de administração e ensina recursos que uma empresa moderna utiliza para se manter competitiva num mercado globalizado”, diz o coordenador do MBA de Marketing da Fia (Fundação Instituto de Administração), Dilson Gabriel dos Santos.

Para o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (Universidade de São Paulo) Antônio Sauaia, o curso ensina uma técnica utilizada por empresas de produtos de consumo, que atraem o consumidor por meio de vendedores que vivem no mesmo bairro dele.
Administração eclesiástica
A apostila é dividida em cinco módulos. Os quatro primeiros, com 75 páginas, tratam da legislação sobre a prática religiosa (como obter subvenções do poder público, por exemplo), das diferenças entre as principais correntes evangélicas, da importância do emprego de técnicas de oratória na pregação e de como convencer os fiéis a pagar o dízimo.
O quinto e maior, com 63% do total de páginas, é intitulado “Administração Eclesiástica”. Nele, são indicados “projetos para multiplicar a quantidade de membros, templos e de caixa da igreja a cada 90 dias”.
O curso pode ser encomendado pela internet (www.cursodepastor.com.br) ou por telefone, custa R$ 450 e deve ser feito por correspondência em prazo estipulado de 90 dias.
Ao seu final, o aspirante a pastor deve enviar por correio à instituição, que tem sede em Ituiutaba (MG), as respostas a um questionário que fica nas últimas páginas da apostila. Se aprovado, ganha um diploma e uma carteirinha que, segundo o SBTe, “pode ser aproveitada em qualquer das diferentes denominações de igrejas evangélicas”.
O guru dos pastores
O pastor Omar Silva da Costa, 49, é o criador deste e de outros 17 cursos por correspondência também oferecidos pela internet. Os mais caros, chamados de “Bacharelado em Teologia Eclesiástica”, “Mestrado em Bíblia” e “Doutorado em Divindade”, custam, respectivamente, R$ 750, R$ 1.050 e R$ 1.350. Todos também têm duração de 90 dias e dão direito a carteirinha e diploma “para enriquecer o currículo”.
“Decidi oferecer os cursos assim, por correspondência, porque muita gente não tem condições de pagar escolas caras e passar quatro ou cinco anos estudando até se tornar pastor. Além disso, não há escolas de teologia em todas as cidades brasileiras.” Segundo Costa, o curso de formação de pastor, oferecido desde fevereiro deste ano, já foi vendido a mais de 500 pessoas –se o número estiver correto, as vendas já renderam R$ 225 mil, pelo menos. A procura tem sido tão boa que, no curso, ele prevê: “Em pouco tempo vai haver nas faculdades cursos de administração de igreja, como já há de administração hospitalar”.
Fonte: Folha / Gospel+
Via: Notícias Cristãs
Desmerece a obra de Deus aquele que se nega a entregar o dízimo. Deus não é mendigo e não precisa de resto
A igreja é uma empresa, e uma empresa difícil de ser conduzida porque o seu estoque são almas
O ser humano é interesseiro e quer que a igreja manifeste a presença de um Deus vivo com retorno imediato
O povo não pode ouvir os obreiros falar sobre as doenças deles. Como crerão se o próprio mensageiro não recebe a benção na prática?
A cartilha dos grandes empresários diz que, para se dar bem nos negócios, é fundamental estar atento às mudanças na sociedade, empregar com eficiência a propaganda, estudar o público-alvo, cuidar bem dos funcionários e vigiar a concorrência. Pois essas regras também valem para os que desejam abrir a própria igreja evangélica, segundo um curso oferecido pelo Seminário Brasileiro de Teologia (SBTe).
Uma frase presente na apostila do “Curso de Formação de Pastor” dá o tom do seu conteúdo: “A igreja é uma empresa, e uma empresa difícil de ser conduzida, porque o seu estoque são almas”.
Partindo da premissa de que os meios de comunicação transformaram a sociedade, o curso convoca os pastores a uma adaptação aos novos tempos: “As igrejas que não seguirem a cultura dos povos tendem a ficar vazias”.
A advogada e aluna do curso Laudicéia Koschitz, 39, concorda. Não acha errado, por exemplo, que as evangélicas se embelezem. “A mulher é uma obra maravilhosa de Deus e precisa se arrumar.”
Hoje, diz o curso, o pastor deve ser “empreendedor, criativo, capaz de trabalhar em grupo e de liderar com visão global”.
Pastor Marcelo de Souza ora por religiosos que pedem milagres ao Espírito Santo
As igrejas pentecostais já parecem ter entendido. Em 2002, segundo pesquisa do Eseb (Estudo Eleitoral Brasileiro), seus seguidores já eram

11,1% do total da população, número quatro vezes maior que em 1980.
Para aproveitar esse crescimento vertiginoso, o curso lista atitudes que devem ser tomadas pelo pastor empreendedor (leia quadro ao lado).
Antes de abrir uma igreja, por exemplo, ele deve estudar a região e o público-alvo. Se o local for pobre, ajudam a atrair gente a distribuição de lanches e o sorteio de cestas básicas.
Na Assembléia de Deus do Jardim do Apurá (zona sul de São Paulo), o fiel que fica até o fim do culto recebe um cachorro-quente.
Pastor parte o pão para distribuir a fiéis
É importante ainda que o pastor seja “um ator, um dramaturgo” para “acomodar o

povo, chamar a sua atenção e fechar a sua boca”.
Para ser eficiente, ele é aconselhado a se alimentar bem e a se exercitar com musculação e corrida. Quando tiver de ministrar por tempo muito longo, deve evitar o sexo nos quatro dias anteriores.
Marcelo de Souza, 36, é um aluno que concorda com a importância do preparo físico. Se não jogasse futebol sempre que possível, talvez não conseguisse andar sem parar enquanto prega e nem ficar na ponta dos pés nos momentos mais dramáticos.
Outro fator determinante para o sucesso é pregar conforme a vontade do público. Em geral, diz o curso, pessoas mais pobres tendem a gostar de “ver coisas sobrenaturais” (como sessões de exorcismo), de dançar, cantar e ouvir o pastor falar em línguas estranhas (glossolalia).
Também se deve empregar o maior número possível de fiéis na igreja. “Os que participam e se sentem valorizados não migram para outra igreja, pagam o dízimo todo mês e trazem a família e amigos para vê-los.”
“O curso se vale dos melhores textos da área de administração e ensina recursos que uma empresa moderna utiliza para se manter competitiva num mercado globalizado”, diz o coordenador do MBA de Marketing da Fia (Fundação Instituto de Administração), Dilson Gabriel dos Santos.

Para o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (Universidade de São Paulo) Antônio Sauaia, o curso ensina uma técnica utilizada por empresas de produtos de consumo, que atraem o consumidor por meio de vendedores que vivem no mesmo bairro dele.
Administração eclesiástica
A apostila é dividida em cinco módulos. Os quatro primeiros, com 75 páginas, tratam da legislação sobre a prática religiosa (como obter subvenções do poder público, por exemplo), das diferenças entre as principais correntes evangélicas, da importância do emprego de técnicas de oratória na pregação e de como convencer os fiéis a pagar o dízimo.
O quinto e maior, com 63% do total de páginas, é intitulado “Administração Eclesiástica”. Nele, são indicados “projetos para multiplicar a quantidade de membros, templos e de caixa da igreja a cada 90 dias”.
O curso pode ser encomendado pela internet (www.cursodepastor.com.br) ou por telefone, custa R$ 450 e deve ser feito por correspondência em prazo estipulado de 90 dias.
Ao seu final, o aspirante a pastor deve enviar por correio à instituição, que tem sede em Ituiutaba (MG), as respostas a um questionário que fica nas últimas páginas da apostila. Se aprovado, ganha um diploma e uma carteirinha que, segundo o SBTe, “pode ser aproveitada em qualquer das diferentes denominações de igrejas evangélicas”.
O guru dos pastores
O pastor Omar Silva da Costa, 49, é o criador deste e de outros 17 cursos por correspondência também oferecidos pela internet. Os mais caros, chamados de “Bacharelado em Teologia Eclesiástica”, “Mestrado em Bíblia” e “Doutorado em Divindade”, custam, respectivamente, R$ 750, R$ 1.050 e R$ 1.350. Todos também têm duração de 90 dias e dão direito a carteirinha e diploma “para enriquecer o currículo”.
“Decidi oferecer os cursos assim, por correspondência, porque muita gente não tem condições de pagar escolas caras e passar quatro ou cinco anos estudando até se tornar pastor. Além disso, não há escolas de teologia em todas as cidades brasileiras.” Segundo Costa, o curso de formação de pastor, oferecido desde fevereiro deste ano, já foi vendido a mais de 500 pessoas –se o número estiver correto, as vendas já renderam R$ 225 mil, pelo menos. A procura tem sido tão boa que, no curso, ele prevê: “Em pouco tempo vai haver nas faculdades cursos de administração de igreja, como já há de administração hospitalar”.
Fonte: Folha / Gospel+
Via: Notícias Cristãs
quinta-feira, 5 de março de 2009
Cristãos cubanos pedem ajuda a Obama
Conselho de Igrejas quer que presidente dos EUA impeça punição a pastor que contrariou embargo à ilha.
O Conselho de Igrejas de Cuba (CIC) enviou carta ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pedindo que ele intervenha a favor do pastor afro-americano Lucius Walker. Diretor da Fundação Interreligiosa para a Organização da Comunidade, o religioso pode ser processado por sua ajuda ao povo cubano, atitude que contraria o embargo americano à ilha, estabelecido na época da Guerra Fria e que até hoje não foi revogado. Na mensagem, o CIC destaca a importância do trabalho do Movimento de Pastores pela Paz, encabeçado por Walker. O grupo ajuda na construção de escolas e envia donativos, como ônibus escolares, medicamentos e alimentos à população cubana.
O presidente do CIC, pastor Marcial Miguel Hernandez, da Igreja Evangélica Livre, pede a Obama que sejam consideradas as consequências de uma eventual punição, que no seu entender seria uma injustiça. A carta inicia com uma saudação e o anúncio de que cristãos de Cuba oram para que Deus abençoe o novo presidente americano “nestes momentos tão críticos para a humanidade e a vida no planeta”. De acordo com os líderes cristãos da ilha comunista, a eleição de Barack Obama “abriu uma perspectiva de fé e de esperança para os povos, que, como o nosso, sofreu durante quase 50 anos as medidas de administrações anteriores de seu país, que afetaram a qualidade de vida do povo cubano”.
A carta, que contou com o apoio até do diretor da Unidade Islâmica de Cuba, foi assinada nesta quarta-feira no Seminário Teológico da Igreja do Nazareno, nas proximidades da capital Havana. A Assembleia do CIC, que reuniu líderes religiosos das províncias ocidentais do país, teve como objetivo estudar o significado do I Congresso Evangélico, realizado em Havana em 1929, e a realização, há dez anos, da Celebração Evangélica Nacional Cubana, acontecimentos de grande importância na história do evangelismo nacional.
(Com reportagem da Agência Latino-americana e Caribenha de Comunicação – ALC)
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