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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mulheres do Caminho comemora um ano de frutos pela Igreja Perseguida

BRASIL (*) - Foi com muita alegria que mais de 200 mulheres se reuniram no salão da Igreja do Nazareno Central de São Paulo para comemorar o primeiro ano de frutos do ministério Mulheres do Caminho e, claro, orar pelas mulheres que têm sofrido perseguição em países fechados para o evangelho.

Reunidas pela mesma causa, as mulheres intercederam e ouviram falar mais sobre suas irmãs perseguidas através de relatos contados pela convidada especial, a correspondente internacional Didi Coman.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Adolescente cristã é queimada viva. Ore pela família

PAQUISTÃO (14º) - A agência de notícias International Christian Concern (ICC) foi informada de que um homem muçulmano supostamente queimou uma adolescente cristã viva em Lahore, Paquistão. A polícia paquistanesa ainda não prendeu nenhum suspeito.



A vítima, Kiran George, trabalhava como empregada doméstica na casa da família do suspeito, Muhammed Ahmed Raza. Raza abusou sexualmente de Kiran durante vários meses. No dia 9 de março, quando Raza tentou estuprar Kiran novamente, ela ameaçou chamar a polícia. Então, Raza e sua irmã despejaram gasolina em Kiran e a queimaram. “Aquela garotinha estava em chamas dos pés à cabeça. Kiran gritava por ajuda”, disse um vizinho.

domingo, 14 de março de 2010

Interceda pela jovem Igreja mauritana

MAURITÂNIA (8º) - A situação na Mauritânia deteriorou-se gravemente em 2009 devido ao assassinato de um agente social cristão em junho de 2009; à prisão de 35 cristãos mauritanos no mesmo mês; e a detenção de um grupo de 150 cristãos subsaarianos em agosto, por realizar seu próprio culto (essas reuniões só são permitidas a algumas igrejas católicas e protestantes).

A autoria do assassinato foi reclamado pela al-Qaeda no Magreb, um grupo terrorista da origem argelina ligado à al-Qaeda. A polícia, entretanto, foi responsável pela detenção e tortura dos cristãos mauritanos e subsaarianos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Garotas e rapazes que optaram pela virgindade abrem o jogo


Faça uma enquete básica em qualquer escola de ensino médio e você comprovará. Segundo as estatísticas, a primeira experiência sexual dos jovens vem acontecendo cada vez mais cedo, com 15, 14 e até 13 anos de idade. Na contramão desse comportamento precoce, garotos e garotas estão optando por esperar o casamento para perder a virgindade. A motivação, em geral, tem cunho religioso, mas muitos também se inspiram na onda conservadora que começou há poucos anos nos Estados Unidos e encontra nos ídolos pop Jonas Brothers seus principais ícones.

O analista de sistemas Ubirailson Jersy Soares de Medeiros, 26 anos, de João Pessoa (PB), namora há quatro anos e meio e decidiu manter-se virgem até o casamento por conta de uma experiência religiosa intensa (ele não dá mais detalhes). “Tive uma experiência com o amor de Deus que mudou minha vida e quero corresponder a este amor tendo um coração puro e deixando que meu corpo seja coerente com essa realidade. O sexo é algo muito precioso e belo para ser vivido de qualquer jeito, é sagrado!”, acredita o rapaz, cujo passado guarda algumas “máculas”. “Descobri que tratava minha sexualidade de modo desordenado, viciado e egoísta, buscando o prazer pelo prazer. Fazia das mulheres coisas, objetos, denegria o valor que elas tinham. Embora seja virgem, tive muitas experiências íntimas com algumas mulheres. Posso dizer que fiz quase tudo, menos a conjunção carnal”, revela. Continue lendo...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mary Nayak - Decepção pela violência, esperança no Senhor

(Cristãs indianas em uma igreja em Delhi, Índia)
ÍNDIA (22º) - O mês de agosto de 2009 marca um ano da violência contra os cristãos em Orissa. Depois dos ataques, colaboradores da Portas Abertas visitaram algumas pessoas e ouviram seus relatos sobre a violência. Abaixo, segue um testemunho de um desses nossos irmãos que sofreram por causa de sua fé. Confira também, em breve, a nossa nova página especial sobre a Índia um ano após os ataques.


Mary Nayak vivia feliz em Kandhamal, Orissa, com seu marido, que é pastor, e seus dois filhos. Um domingo, após o culto, uma multidão com 700 a 800 pessoas chegou repentinamente em seu vilarejo, gritando. Logo começaram a atacar os cristãos. O marido de Mary e outros cristãos que estavam com ele nos arredores da igreja foram forçados a fugir e procurar abrigo na floresta.

Antes que os cristãos tivessem chance de ajudar seus familiares a fugir, a multidão chegou à casa de Mary. Mary e seus filhos escaparam por pouco, e foram para a floresta, onde encontraram com seu marido e pai. A família ficou na floresta por três dias, sem alimento, antes de retornar para casa.

Alguns dias mais tarde, as mulheres da igreja se reuniram para jejuar e orar sobre a recente perseguição em seu vilarejo. Logo após o início da reunião, cerca de 20 pessoas se reuniram e começaram a atirar grandes pedras contra as mulheres. Mary foi atingida nas costas e caiu no chão. Os agressores chutaram e bateram, parando somente quando pensaram que ela estivesse morta.

Quando o marido de Mary ficou sabendo do ataque, correu imediatamente para o local e viu a esposa caída na rua. Ele a levou para casa e foi à procura de ajuda médica, mas os agressores o alcançaram. Para salvar sua vida, ele correu em outra direção.

Algum tempo depois, o pastor conseguiu voltar para casa e encontrou Mary consciente. Eles oraram juntos antes de deixar o distrito de Koraput em busca de ajuda médica. Deixando tudo para trás, partiram de Kandhamal somente com a roupa do corpo e uma soma mínima em dinheiro.

A caminho do médico, eles viram cristãos com suas casas em chamas, pessoas correndo por todos os lados. Mas Deus os protegeu em todo o tempo. Era difícil saber quem era amigo e quem não era. Como Mary não conseguia andar, o marido e os filhos a carregaram até a estação de trem.

Um homem viu a família e perguntou o que havia acontecido. Eles lhe contaram tudo rapidamente, e o homem trouxe roupa e comida, e deu também algum dinheiro para cobrir as suas necessidades mais urgentes e as despesas médicas. Eles ficaram em Koraput por alguns dias, sem receber mais ajuda.

Sem que sua situação melhorasse em Kandhamal, a família decidiu se mudar para Jagadalpur (Estado de Chhattisgarh), próximo a Orissa. Lá, com a ajuda da Igreja e alguns amigos da família eles sobreviveram por alguns dias.

Foi em Jagadalpur que a Portas Abertas entrou em contato com a família de Mary durante um seminário. A primeira coisa feita foi levar Mary para um bom hospital, onde ela pudesse receber um tratamento melhor.

Agora, Mary está se recuperando. Quando a Portas Abertas falou com os médicos, eles sugeriram que Mary deveria fazer terapia para o trauma e, com o tempo, voltaria a ficar bem novamente. Na época dessa entrevista, eles ainda não tinham uma fonte de renda e estavam preocupados com seus filhos, que não iam à escola devido à falta de recursos. A família alugou um quarto com a ajuda da Igreja, mas não sabem por quanto tempo poderão viver ali.

Tradução: Texto traduzido pela fonte / www.portasabertas.org.br
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