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quinta-feira, 4 de junho de 2009

Pastores psicanalistas, o mais novo modismo evangélico.


Confesso que me preocupa o número de pastores e teólogos cursando psicologia nas mais diversas universidades desse país. Bom, antes que seja apedrejado pelos psicólogos que me lêem, afirmo que considero a profissão de terapeuta extremamente importante em nossa sociedade, entretanto, ao contrário de outros segmentos, acredito que tanto o pastor como o teólogo deveriam priorizar exclusivamente o estudo das Sagradas Escrituras, como também da Teologia. No entanto, em virtude do relativismo de nosso tempo, onde o que mais se enfatiza é a satisfação pessoal, inúmeros lideres cristãos, das mais diversas denominações, tem abandonado o estudo sistemático da Palavra de Deus para dedicar-se ao estudo do comportamento humano, proporcionando com isso a "adequação" do evangelho de Cristo aos padrões humanistas deste tempo pós-moderno.
Ora, nestes últimos anos, o número de pastores interessados em psicologia aumentou consideravelmente. Em 2000, A revista Veja trouxe um artigo intitulado "A Bíblia no Divã", mostrando que é cada vez maior o número de pastores que têm procurado os cursos de formação rápida de psicanálise tentando conciliar Freud com o Senhor Jesus Cristo.

Caro leitor, sinceramente fico a questionar qual o propósito desses pastores. Será que querem aprender como lidar com o ser humano usando concomitamente a Bíblia e Freud? Será que acreditam que através da psicanálise estão habilitados para a tarefa pastoral do aconselhamento?

Confesso que sinto-me profundamente entristecido em ver que homens de Deus têm abandonado a suficiência das Escrituras em detrimento aos ensinamentos da psicanálise. Ora, sem a menor sombra de dúvidas a Bíblia é fonte inesgotável, incomparável, insubstituível, indispensável, inequívoca, indiscutível de sabedoria.
As Escrituras Sagradas contém remédio para a psiquê. A Santa Palavra de Deus é o nosso maior e melhor manual de aconselhamento. Como bem disse o salmista: a Palavra de Deus é “perfeita e restaura a alma”; é “fiel e dá sabedoria aos símplices”; é correta e alegra o coração; é pura e “ilumina os olhos”. Seus ensinos são “mais desejáveis do que o ouro, mais do que muito ouro depurado”. Por meio dela, o povo de Deus é advertido, protegido do erro e de angústias, e, “em os guardar, há grande recompensa” (Sl 19.7-11).

Pense nisso!

Renato Vargens
Fonte: VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã


terça-feira, 2 de junho de 2009

Mais de 48% das pessoas acreditam mais em Deus do que nos médicos, diz pesquisa

Uma pesquisa realizada por alunos de biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau, em Recife, revelou que 48,7% das pessoas acreditam mais na fé em Deus para alcançar a saúde contra 6,7% que creem mais nos médicos. Em entrevista, médica diz que não acredita em milagres.

Você acredita mais na fé em Deus ou na medicina para a cura de uma doença grave? A pergunta foi feita a 818 recifenses e a resposta da maioria deles surpreendeu os autores da pesquisa Saúde, Vida e Valores, realizada por alunos de biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau. O estudo revelou que 48,7% das pessoas acreditam mais na fé em Deus para alcançar a saúde contra 6,7% que creem mais nos médicos. Outros 44,4% citaram que confiam na fé em Deus e na medicina ao mesmo tempo para se curarem. O levantamento traz também a opinião do recifense sobre outros temas polêmicos, como transplante de órgãos e tecidos, doação de sangue, eutanásia e pesquisas com células-tronco.
Fonte: Diário de Pernambuco / Gospel+
Via: Irmãos.com

domingo, 31 de maio de 2009

Junte-se à igrejas paquistanesas no dia de oração pelo país


Saiba mais sobre a Igreja Perseguida no Paquistão
PAQUISTÃO (13º) - Hoje, 31 de maio de 2009, as igrejas no Paquistão se reunirão para orar em favor do país. Temos acompanhado em nossas notícias sobre os grandes conflitos entre o exército e o Talibã, e como os cristãos têm sofrido em meio a essa guerra.

Vimos também que agora representantes das minorias – como é o caso dos cristãos no país – terão direito a concorrer para vagas de emprego no governo e organizações aliadas.

Junte-se aos irmãos paquistaneses e interceda:

• Pela política do país, para que Deus derrame sua paz, e que os conflitos cessem.

• Ore pelos cristãos que têm que fugir do país por causa dos conflitos, para que eles encontrem paz e condições para se restabelecer no Paquistão.

• Ore pelas mulheres do país, que são vítimas constantes de agressões e todo o tipo de violência.

• Agradeça a Deus pelas oportunidades que têm sido abertas para empregos no governo, pois assim existe a possibilidade de cristãos entre os legisladores e governantes.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Crescimento dos evangélicos pode mudar o Brasil, publica Época


BRASIL (*) - A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020.

O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL (1) , estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. E se a previsão se cumprir, o aumento no número de fiéis ajudará a mudar a “cara” do país. Uma das hipóteses para o crescimento dos evangélicos, segundo a matéria, é a flexibilização e adaptação à sociedade.

Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos. No entanto, não se sabe se a violência deve continuar a acontecer.

Como isso pode acontecer sem infringir princípios básicos da fé, deve ser uma reflexão para os cristãos.

(1) Serviço de Evangelização para a América Latina.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Cristãos iniciam campanha de oração pelo país


COREIA DO NORTE (1º) - A Coreia do Norte permaneceu irredutível diante da condenação de comunidade internacional ao lançar mais dois mísseis de curto alcance na terça-feira, após ter lançado outros três na segunda. Poderá haver mais lançamentos.

O porta-voz da Portas Abertas nos Estados Unidos, Jerry Dykstra, diz que essa agressão enfatiza a importância militar da Coreia do Norte. “Atualmente há 1,2 milhão de pessoas no exército da Coreia do Norte, e um reforço de mais 5 milhões, em uma população de 26 milhões.” Ele diz que o país está se preparando para a guerra.

Apesar de o foco da Coreia do Norte estar fora do país, os cristãos não podem descansar. “Os cristãos estão correndo mais risco, se é que isso é possível. Há espiões em todos os lugares. Se eles virem um cristão com uma Bíblia, o prenderão.”

A propagação do cristianismo é um dos maiores temores do líder norte-coreano Kim Jong-Il. “Ele sente que a queda da Europa Oriental, do comunismo, foi causada pelos cristãos, e isso também pode acontecer na Coreia do Norte. É por isso que houve um aumento na vigilância às igrejas domésticas e aos cristãos.”

Enquanto isso, os líderes das igrejas norte-coreanas iniciaram uma campanha de oração. “Eles estão orando para que possam evangelizar dentro do país. Eles realmente sentem que algo irá acontecer na Coreia do Norte. Pode ser a queda do regime, e eles têm que estar prontos”, diz Dykstra.

A sociedade norte-coreana está extremamente instável. Os cristãos veem isso como uma oportunidade de desenvolver e reforçar as igrejas. Eles pedem para que a igreja no ocidente os apoie em oração, por causa de sua situação difícil. Eles também estão orando muito uns pelos outros, pois sentem que a abertura do país está próxima. Nossos irmãos estão se preparando para as mudanças do futuro.

“Que testemunho incrível ver que os cristãos começaram uma campanha de oração para conseguirem evangelizar o país inteiro. Precisamos nos lembrar deles em nossas orações, enquanto eles arriscam sua vida por causa de sua fé.”

Um pastor norte-coreano escreve: “Agradecemos a Deus por tantas pessoas orando pelo nosso país. Suas orações fortalecem os cristãos em nosso país”.

Tradução: Portas Abertas

terça-feira, 26 de maio de 2009

ONU alerta que vacinas contra febre amarela podem acabar em 2010

Genebra, 26 mai (EFE).- As principais organizações de saúde advertiram hoje que se não houver mais financiamento para aumentar a reserva global, as vacinas contra a febre amarela estarão esgotadas em 2010, deixando milhões de pessoas com risco de contrair a doença."Se permitirmos que as reservas de vacinas contra a febre amarela se esgotem, os países que ainda não se beneficiaram das campanhas de imunização contra a doença serão injustamente abandonados", declarou o especialista em Saúde do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) Edward Hoekstra.

Se as vacinações não continuarem, 150 milhões de crianças e adultos na África continuarão expostos a essa doença, especialmente em Benin, Serra Leoa, Nigéria, Libéria, Guiné, Gana e Costa do Marfim, como assinalou o Grupo de Coordenação Internacional para a Provisão de Vacinas contra a febre amarela.

Dele fazem parte OMS, Médicos sem Fronteiras (MSF), Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) e Unicef.

A população de cinco dos 12 países mais vulneráveis à doença (Togo, Mali, Senegal, Burkina Fasso e Camarões) já está protegida graças às vacinações patrocinadas pelo Fundo Financeiro Internacional para a Imunização (IFFI).

E apenas com o programa de vacinação de Burkina Fasso e Camarões se alcançou 95% da população mundial afetada pela doença.

O coordenador de Provisões e Intervenção em Epidemias da Organização Mundial da Saúde (OMS), William Perea, disse que a crise financeira e econômica mundial é a causadora dessa falta de contribuições.

"Se olharmos para antes de 2009, já veremos graves reduções de financiamento. Embora a produção de vacinas contra a febre amarela tenha triplicado desde 2001, a manutenção do programa está limitada pela falta de provisão de vacinas em 2009", disse Perea.

A febre amarela, causada por um vírus transmitido pelos mosquitos, é endêmica nas regiões de selva, onde a OMS calcula que se produzem perto de 206 mil casos e 52 mil mortes ao ano. EFE mrm/rr

domingo, 24 de maio de 2009

Campanha de audição da Bíblia evidencia ausência do hábito de leitura entre brasileiros

Concebida para estimular a audição e reflexão sobre a mensagem bíblica, a campanha da Sociedade Bíblica do Brasil “É tempo de ouvir a Palavra de Deus“, que está sendo lançada dias 19 e 20/5 em eventos no Rio de Janeiro e São Paulo, traz dados em sua fundamentação que só confirmam a urgente necessidade de mais educação de qualidade no Brasil.

Um texto de apresentação da campanha, assinado pelo diretor executivo da entidade, Rudi Zimmer, informa: "Pesquisas apontam que 74% dos brasileiros entre 16 e 64 anos não serão alcançados pela Bíblia no formato impresso porque não sabem ler ou porque entendem muito pouco do que leem. Outro dado impressionante, divulgado em 2008 pelo Instituto Pró-Livro, revela que a Bíblia, embora seja o livro preferido dos leitores brasileiros, é lida com frequência por menos de 2,5% da população do país".

A campanha da SBB se estende ao longo do biênio 2009-2010 e pretende atingir cerca de 10 milhões de pessoas, chamando a atenção para a necessidade de se reservar um tempo diário de comunhão com a mensagem bíblica. “O apelo da campanha pode ser resumido em atenção, reflexão e coração aberto. Porque não basta ler ou ouvir a Palavra de Deus, é preciso refletir sobre ela, entender e aplicar seus ensinamentos no dia a dia”, destaca o secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, Erní Seibert. O lançamento nacional da mobilização acontece no Rio, no dia 19 de maio, no Guanabara Palace Hotel, e em São Paulo, no dia 20 de maio, na Fecomércio – Teatro Raul Cortez, das 19 às 22h.

As principais ferramentas da campanha serão as gravações do Novo Testamento, em formato MP3, na Nova Tradução na Linguagem de Hoje e na tradução de Almeida Revista e Atualizada, respeitando as preferências de cada público e dando a oportunidade a quem já ouviu uma versão também ouvir a outra. A SBB incentivará, paralelamente, a formação de grupos de audição da Bíblia nas igrejas, nos seminários teológicos, nas casas das famílias, no trabalho, em hospitais, quartéis, presídios, comunidades terapêuticas, casas de repouso e em ambiente escolar. A meta, em dois anos, é formar 300 mil grupos de audição.

A SBB argumenta que a audição resulta "em benefícios culturais e sociais". Explicam: "Na área cultural, pode-se destacar que ouvir é um estímulo à leitura, favorece o aprendizado, enriquece o repertório cultural e estimula a alfabetização. Promove, ainda, o resgate da arte milenar de se contar e ouvir histórias que, por muitos séculos, foi responsável pela transmissão da cultura e informação e, até hoje, é praticada em todo o mundo. Como benefício social, a audição de um texto em grupo favorece a socialização do indivíduo e estimula a construção de relacionamentos".
Fonte: Agência Soma

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Cristãos fazem declaração pelos 20 anos do massacre na China


CHINA (12º) - Uma declaração sem precedentes sobre o massacre do dia 4 de junho de 1989 na Praça da Paz Celestial foi liberado por mais de 80 líderes chineses. A declaração era um pedido por perdão, arrependimento, verdade, justiça e reconciliação. A maioria dos signatários estava envolvida diretamente com o movimento estudantil e sofreu severas perseguições nas mãos das autoridades por conta de seu engajamento. Após o massacre, o fracasso do movimento e sua busca pela verdade, esses antigos líderes encontraram a realidade e a esperança em Jesus Cristo.

Em sua declaração, os agora líderes cristãos, se pronunciaram sobre como o massacre “Fez com que seu senso de justiça despertasse e destruiu os sonhos de uma utopia na terra”. Durante a crise, eles viram que não eram apenas “Espectadores inocentes dos pecados cometidos e da tragédia acontecida”. O manifesto declara: “Em relação à natureza pecaminosa, percebemos que não somos diferentes daqueles que tomaram as decisões, dos comandantes ou dos negociantes do massacre”, com a exceção de que encontramos a graça e o perdão de Deus. A declaração convoca os cristãos chineses a buscar a reconciliação sob o argumento de que a verdade seja revelada e a justiça feita. A declaração traz uma lista com algumas ações específicas a serem tomadas, incluindo: confissão de pecados de silêncio e hipocrisia; revelação da verdade; ajuda àqueles que ainda sofrem por causa da tragédia e oração pelas autoridades chinesas. Os signatários também pedem que as autoridades chinesas investiguem o massacre, compensem e cuidem das famílias das vítimas.

O Massacre da Praça da Paz Celestial, conhecido na China como “o incidente de 4 de junho”, foi o trágico fim de um movimento estudantil e intelectual que pedia por liberdade de imprensa e por um diálogo entre autoridades e representantes eleitos pelos estudantes. Entre os dias 15 de abril e 4 de junho, aproximadamente 10 mil cidadãos chineses, a maioria deles estudantes universitários, protestaram pacificamente na famosa Praça da Paz Celestial, em Beijing. No dia 4 de junho, o governo chinês enviou tanques blindados e, como assistido pelo mundo inteiro, matou centenas de manifestantes. De acordo com o governo chinês, o número de mortes foi entre 200 e 300. Entretanto, a Cruz Vermelha chinesa estima que o número de mortos seja de 2.000 a 3.000. Mais de 10 mil cidadãos chineses de todo país que estavam envolvidos no movimento foram condenados a morte pelo governo como uma forma de retaliação. O dia 4 de junho de 2009 marcará os 20 anos do massacre.

Bob Fu, presidente e fundador do ChinaAid, foi um dos líderes estudantis do movimento na Praça da Paz Celestial. “O fato de que o massacre tenha acontecido há 20 anos e o governo ainda não permitir que haja nenhuma celebração deveria ser visto pela comunidade internacional como um indício de que a estrada para a liberdade do povo chinês não é fácil”, declara ele. “Nos sentimos encorajados porque a Igreja Perseguida na China e seus líderes estão sendo despertados para o arrependimento por seu silêncio em relação ao massacre e se movendo em direção a uma justiça e reconciliação verdadeiras”.

A declaração contém, ainda, um pedido para que todas as igrejas cristãs chinesas, dentro e fora do país, orem entre os dias 12 de maio – o aniversário de terremoto Sichuan – e 4 de junho – aniversário do massacre. Eles pedem para que as igrejas façam dos dias 12 de maio a 4 de junho o periodo de “oração pela China” e para que preparem reuniões especiais de oração durante esse período.

ChinaAid convova a comunidade internacional para se posicionar junto aos signatários da declaração – orando por e com eles e agindo por uma reconciliação verdadeira.

Tradução: Priscilla Figueiredo

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Conectado com a esperança

John Ortberg fala sobre como igrejas locais podem controlar e prevenir a depressão.
Jonh Ortberg é um pregador popular e autor. O que muitos não sabem é que além de ter um M.Div, Ortberg também é Ph.D. em Psicologia pelo Seminário Teológico Fuller e escreveu dois livros sobre depressão. Quem melhor para entrevistar, então, sobre como a igreja local pode responder melhor a essa doença debilitante, do que o pastor da Igreja Presbiteriana de Menlo Park na California?
CHRISTIANITY TODAY - Como as igrejas podem ajudar as pessoas a entender melhor a depressão?Jonh Ortberg - Vivemos em dias onde pessoas tendem a usar a linguagem psicológica para questões espirituais.
Mas existem linhas divisórias não claras entre o que é fisiológico, o que é psicológico e o que é espiritual. Estas são linguagens dominantes que fazem sentido e têm integridade, mas coincidem significativamente.É importante para as igrejas admitir essa complexidade. O que influencia nosso comportamento, e o que nosso nível de responsabilidade é, são questões muito complexas. E em todo tempo tentamos tornar isso simples, não servimos bens as pessoas.
O que o ministério da Menlo Park faz para as pessoas depressivas da congregação?Um dos ministérios mais apreciados na nossa igreja é nosso ministério HELP (“Esperança, Encorajamento, Amor, Oração”) para quem está sofrendo de questões de saúde mentais e emocionais. Tem envolvido um grupo de suporte para eles e suas famílias. Essas pessoas irão dizer que a coisa mais importante para elas é fazer parte de uma comunidade onde outras pessoas dividem as mesmas lutas, falam a mesma linguagem e são capazes de suportar as cargas dos outros.
A conscientização desse ministério tem se propagado sobretudo na palavra dos lábios, apesar de periodicamente alguém que faz parte do HELP contar sua história para a nossa igreja.
Por que vocês têm pessoas que contam essas histórias publicamente?Em qualquer hora que você nomeia a condição humana, a experiência humana e a realidade do sofrimento, tem um jeito de ser iluminador e prestativo para cada pessoa que ouve isso, mesmo se ele ou ela possam não lutar dessa forma. Quando você ouve a história, quando você vê a face, a epidemia da depressão vai de uma estatística num artigo da revista Time para uma pessoa real, e isso expande o seu coração.
A Menlo Park tem um programa de aconselhamento formal? Nós temos o ministério HELP, o ministério Stephen, e um ministério de diáconos que providenciam vários níveis de cuidado. Também nos referimos a essas pessoas como conselheiros profissionais, e provemos financiamento do nosso comitê de benevolência, se isso for necessário, para ajudar as pessoas a começar. Em geral, igrejas têm se afastado de tentar fazer trabalho um por um para fazer mais pequenos grupos, porque eles são capazes de ajudar a mais pessoas desse jeito e porque é mais acessível.Então você pensa que as igrejas locais são melhores servidas pelo trabalho externo um por um?
Eu penso que é necessário. Se igrejas se envolvem pesadamente em prover cuidado um por um para pessoas severamente angustiadas, isso é um recurso intensivo que limita grandemente o número de pessoas que você pode ajudar. E desenvolver uma forte rede de remessa é uma parte significante do ministério da igreja. Que medidas preventivas a igreja pode tomar?Quando igrejas estão sendo eficazes em criar comunidades autênticas onde uma conexão íntima é oferecida, isso é a maior contribuição que podem fazer.
Uma socióloga clínica chamada Janice Egeland fez uma pesquisa realmente interessante sobre depressão entre os Amish. Uma das suas descobertas foi que as taxas de depressão reativa são significantemente mais baixas entre os Amish do que entre todos os outros segmentos da população. Em comparação, entre os evangélicos como um todo, não existe diferença virtual na incidência de depressão reativa comparada com a população em geral. Parte da explanação é que nós, evangélicos, somos muito mais parte da nossa cultura, e temos caminhos para criar uma comunidade onde pessoas estão tão conectadas que há uma diferença significante na incidência da depressão.
Os Amish, é claro, têm grandes dores por se separar da cultura externa. Para evangélicos como um todo, a separação tão radical é não provável. Vemos nosso chamado para estar “no mundo, mas não ser dele”. No entanto, é possível estar no mundo, como muitos evangélicos estão, mas ainda fazer parte de uma comunidade que é alternativa o bastante que mudaria de verdade a incidência de depressão? Esse seria um experimento realmente interessante.
Copyright © 2009 por Christianity Today International
(Traduzido por Sulamita Ricardo)













sábado, 16 de maio de 2009

Jovem professor cristão é sequestrado

IRAQUE (16º) - Na manhã do dia 14 de maio de 2009, um grupo armado invadiu uma escola primária em Kirkuk e levou um jovem professor cristão. Namir Nadhim Gourguis tem 32 anos, solteiro e vem de uma família humilde.

Quatro pessoas invadiram a escola no bairro de Ruwaidha, e sequestraram o professor. Eles já pediram o resgate: “Uma grande quantia, que a família não pode pagar”, afirma uma fonte local.

Em uma tentativa de salvar a vida desse jovem, o arcebispo de Kirkuk, Louis Sako, apelou para que os xeiques e os imãs na área ajudem a libertá-lo. Espera-se que “Essas tentativas de mediação resultem na libertação dele”.

A comunidade cristã tem sido o alvo desses grupos criminosos que realizam os sequestros por extorsão. Há alguns dias, um jovem foi assassinado na porta de casa; outras três pessoas foram baleadas. Os criminosos veem os cristãos como alvo fácil, pois ao contrário dos árabes e curdos, eles não são protegidos pela comunidade, familiares ou pela polícia.

Tradução: Deborah Stafussi
Fonte: AsiaNews
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