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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Cristãos em Orissa estão proibidos de votar


ÍNDIA (22º) - Os assassinatos de cristãos em Orissa têm maior repercussão. Depois de sofrerem muita violência, os cristãos agora enfrentam a discriminação política nas eleições de Abril/Maio.

O conselho global de cristãos indianos (CGCI) alerta que mais de 70.000 eleitores cristãos não poderão votar nas eleições federais e locais. Os cristãos que abandonaram suas vilas para escapar da violência e os que foram embora para os estados vizinhos e estão sem os títulos de eleitor, que foram queimados durante o massacre, não podem voltar para casa.

O presidente do CGCI escreveu para o membro do conselho de eleição da Índia, requerendo que ele encontre um modo para os cristãos poderem votar.

“Para nós, o fato de os nomes dos eleitores foraçados a viverem como refugiados não estarem na lista de votação é um sinal de má vontade”, diz. Privar alguém de seu voto é um modo de “cassar os direitos civis e reprimir a minoria cristã”.

As autoridades em Kandhamal estão planejando entregar novas carteiras de identidade e duplicatas dos títulos de eleitor para a população. Entretanto, a menos que os refugiados voltem para casa, eles não poderão recebê-los.

Fontes locais afirmaram que os refugiados não podem voltar para casa porque os hindus ainda alegam que foram convertidos à força, e a discriminação continua.

“Um homem deixou o campo para voltar para a vila de Nuaschia, para poder consertar sua casa destruída durante os ataques. Depois de um dia inteiro de trabalho retirando os entulhos, ele voltou para o campo de refugiados. No dia seguinte, encontrou sua residência cheia de excrementos humanos”, diz.

O governo afirma que “é seguro voltar para casa, mas o fato é que não acreditamos nisso. Ainda há medo e insegurança. Muitos cristãos aceitaram o dinheiro oferecido como compensação pela destruição, mas compraram cabanas em outras vilas. Nenhum deles já foi para casa.”

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: ANS

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Rumores de mudança política aumentam tensão no Iraque


IRAQUE (16º) - No dia 31 de janeiro, ocorreram as eleições das câmaras em 14 das 18 províncias do Iraque. Devido à política iraquiana ser totalmente tribal, os perigos são muitos e os cristãos, sendo minoria, são inevitavelmente marginalizados. De modo geral, as eleições foram pacíficas. Não houve eleições nas províncias de Dahuk, Arbil, Sulaymaniyah e Kirkuk, ao norte do país, ainda mistas, voláteis e muito disputadas.

As tensões são grandes ao norte da Província de Nínive, onde uma forte mudança de poder étnico está prestes a ocorrer. Ela foi o centro da Assíria por vários milênios e é onde vive a maior parte do remanescente cristão do Iraque. Entretanto, nos últimos séculos, tem sido também o território de “fronteira” curda. Quando os sunitas boicotaram as eleições de 2005, abriram as portas para os curdos estenderem seu controle às áreas de maioria árabe, terras arabizadas por Saddam Hussein para assegurar maioria nas regiões ricas em petróleo. Mosul, capital de Nínive e rica em petróleo, tornou-se posteriormente uma linha de frente na insurgência sunita. Após a invasão conduzida pelos EUA na região central do Iraque ter impelido os militantes para o norte, Mosul também se tornou a nova base da Al Qaeda no país, em sua jihad pela imposição do fundamentalismo islâmico.

Os nacionalistas árabes que, segundo rumores, têm laços tanto com o partido Baath quanto com a Al Qaeda, fundamentaram sua campanha política na promessa de impedir a expansão curda. Agora, eles estão prontos para receber o poder dos nacionalistas curdos, reverter a arabização e ganhar autonomia. Os cristãos assírios que, durante séculos, sofreram perseguição intensa e inúmeros massacres nas mãos de árabes e curdos, teriam sido ameaçados e intimidados por seus votos. A mudança de poder poderia criar uma situação explosiva. Os cristãos iraquianos estarão, mais uma vez, encurralados em meio aos nacionalistas étnicos vingativos e beligerantes para o deleite da Al Qaeda que, sem dúvida, usará qualquer conflito étnico para encobrir sua jihad islâmica.

A catástrofe que sobreveio aos povos cristãos do Iraque nunca é mencionada nas notícias, pois entraria em conflito com a propaganda do “sucesso”. O drama trágico dos cristãos iraquianos é tão profundamente ignorado que você seria perdoado por pensar que eles são invisíveis ou não existem. Este remanescente aterrorizado, traumatizado e desarticulado, que soma hoje menos da metade da população cristã antes da Guerra do Iraque, está enfrentando o genocídio e o retorno ao sistema devastador, desumano e brutal de dhimmitude*.

* Dhimmitude é o sistema islâmico para governar populações conquistadas pela jihad, abrangendo todos os aspectos demográficos, étnicos e religiosos do sistema político. O termo foi criado em 1983 para descrever as condições sociais e legais dos judeus e cristãos sujeitos à lei islâmica.

Tradução: Getúlio Cidade


Fonte: Christian Today

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Evangélicos se unem contra pedofilia em grande evento

Evangélicos de várias partes do país vão se unir, no próximo dia 09, na Praia da Costa, em Vila Velha, para um manifesto contra a pedofilia. Além dos shows com cantores cristãos, o deputado federal Frank Aguiar e a dupla sertaneja Gean e Giovane completarão a noite do “Todos contra a Pedofilia”.

O evento é organizado pelo senador Magno Malta. Ele é presidente da CPI da Pedofilia no senado. Na ocasião, estarão presentes os cantores Fernanda Brum; Daniel e Samuel; Rayssa e Ravel; Rodrigo Maneiro; Tempero do Mundo; Cristina Mel; Gean e Giovani; Deputado federal Frank Aguiar; Netinho de Paula e outras atrações.

CPI

O senador Magno Malta (PR - Espírito Santo), presidente da CPI da Pornografia Infantil na Internet, mais conhecida como “CPI da Pedofilia” participou do 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes comemorou a sanção do presidente Lula, que modificou os artigos 240 e 241 do Estatuto da Criança do Adolescente (ECA - Lei 8.069/1990)), que aumenta a punição tanto para pessoas que produzem , quanto para aquelas que armazenam material pornográfico infantil e disponibilizam em meio eletrônico como internet.

“Essa é uma etapa vencida”, disse ele durante coletiva à imprensa. Entretanto, ele quer muito mais e os próximos passos da CPI da Pedofilia serão propor uma série de mudanças no trato com o “abusador sexual”, que passam desde a tipificação de pedofilia como crime, no Código Penal Brasileiro; penalidade máxima e sem direito à progressão, até rastreamento eletrônico para o resto da vida, no caso de abusadores condenados, dentre muitas outras medidas que ele esperam serem aprovadas no Plenário, “pelo fato de a CPI ter o apoio de toda a sociedade brasileira” e o entendimento que o que está em questão é a defesa e proteção das crianças e adolescentes.

Vestindo uma camiseta na qual dizia “Todos Contra a Pedofilia”, Magno Malta conversou com a imprensa e explicou que o próximo passo da CPI será buscar a aprovação de uma série de propostas. Malta quer que o Código Penal tenha tipifique Pedofilia. Isso modifica, principalmente, o fato de pedofilia no Brasil ser considerada apenas uma doença e não um ato criminoso; uma outra lei proposta também a partir das investigações da CPI prevê que o sujeito que abusar sexualmente de criança e adolescente, de zero a 14 anos, tenha pena de 30 anos, sem direito a regime de progressão e rastreamento eletrônico - via pulseira - para o resto da vida.

Fonte: Gospel+

Mais um supeito no assassinato de três cristãos em Malatya

TURQUIA (39º) - Um tribunal turco apontou um novo suspeito pelo assassinato de cristãos em Malatya (saiba mais). Sete jovens já estão sendo julgados pela morte do missionário alemão Tilmann Geske e dos convertidos Necati Aydin e Ugur Yuksel nos escritórios nta cortada.


O novo suspeito, Varol Bulent Aral, é acusado de “ser o líder de uma organização terrorista” e “cometer assassinatos como parte das atividades da organização”.

As acusações vêm do grupo que já está na prisão. Cinco homens foram até a editora sob o pretexto de querer conversar sobre o cristianismo, e então amarraram os missionários, questionaram sobre suas atividades, os torturaram e cortaram as gargantas dos três. A editora já havia recebido ameaças e seus funcionários pediram proteção policial.

Durante o julgamento que começou em novembro de 2007, o promotor público acusou os réus de “criarem uma organização terrorista para impor suas convicções a outros”. Ele pediu prisão perpétua para cinco deles. Os outros dois suspeitos podem pegar um ano por terem ajudado os assassinos.

Na época, muitos intelectuais turcos culpavam a imprensa e os políticos ultranacionalistas pelo incidente, por terem enfatizado o “perigo cristão”, o qual – na opinião deles – é um resultado das numerosas conversões do islã. Na realidade, de acordo com o ministério de assuntos nacionais, entre 1999 e 2001, de um total de 70 milhões de pessoas, 344 muçulmanos foram batizados.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: AsiaNews

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Obama reestrutura Escritório Religioso

Durante Café de Oração, presidente fala de sua fé e diz que órgão da Casa Branca será abrangente.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tem dado demonstrações claras de que sua relação com os grupos protestantes será bem diferente daquela adotada no governo do antecessor, o republicano George W.Bush. Nesta quinta-feira, durante o tradicional National Prayer Breakfast (Café da Manhã Nacional de Oração), o presidente assinou Ordem Executiva que modifica o polêmico Escritório da Casa Branca de Iniciativas Comunitárias e Baseadas na Fé, criado em 2001 por Bush. O órgão foi rebatizado como Escritório da Casa Branca de Parcerias de Vizinhança e Baseadas na Fé e passará por uma revisão de suas finalidades e ações. Obama determinou a inserção de uma cláusula no estatuto da entidade, estabelecendo que o uso de verbas federais por organizações religiosas seja “compatível com a Constituição” e com as “leis e valores” do país. Entre suas atribuições, o órgão presta assessoria ao chefe de Estado em assuntos domésticos e internacionais relacionados ao segmento religioso.

O escolhido para dirigir o Escritório de Parcerias Baseadas na Fé é o pastor pentecostal Joshua DuBois, de 26 anos. Ele atuou na campanha presidencial de Obama e comandará um comitê de caráter multirreligioso, composto por protestantes, católicos e judeus. Um dos conselheiros é Otis Morr Jr, pai do atual pastor da Igreja Trinity, onde Obama foi batizado, e que até o começo do ano passado era comandada pelo polêmico reverendo Jeremiah Wright. De acordo com o presidente, a meta do órgão não será favorecer nenhum grupo religioso. “Queremos trabalhar em benefício das organizações que atuam em favor de nossas comunidades, sem perder de vista a linha divisória entre a Igreja e o Estado”, discursou Obama durante o evento, que reuniu cerca de 3,5 mil pessoas representando 180 países. Evangélica, a Secretária de Ação Social do Governo do Estado do Rio de Janeiro, Benedita da Silva, compareceu ao encontro, realizado no Hotel Hilton de Washington.

Durante o governo Bush (2001-2008), o escritório recebeu inúmeras críticas por conta de supostos favorecimentos a entidades fundamentalistas. Por outro lado, o governo negou verbas a entidades religiosas pró-aborto ou que não defendessem a abstinência sexual como único método anticoncepcional para adolescentes – duas das bandeiras defendidas na gestão republicana. Quando candidato, Obama criticou esses aspectos da iniciativa do Executivo. “Não se pode usar dinheiro federal para fazer proselitismo”, declarou, em julho do ano passado. De acordo com o presidente, a Casa Branca julgará o mérito das entidades que pedirem verba caso a caso, com a ajuda do Departamento da Justiça.
Durante o Café de Oração, Obama, bastante à vontade, falou de suas origens religiosas. “Tive um pai que nasceu muçulmano, mas se tornou ateu; meus avós que eram metodistas e batistas não-praticantes. Já minha mãe era cética em relação a religiões organizadas, mesmo tendo sido a pessoa mais bondosa e espiritualizada que conheci”. O presidente contou que virou cristão devido ao seu trabalho entre comunidades carentes. “Não fui doutrinado nem recebi uma revelação divina súbita. Acreditei em Deus quando trabalhei com cristãos que simplesmente queriam ajudar vizinhos em seus momentos mais difíceis.”

(Fonte: G1)/Cristianismo Hoje

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vitória para cristãs perseguidas no Egito


EGITO (21º) - Os cristãos egípcios estão regozijando com as boas notícias envolvendo duas situações importantes, mas continuam pedindo nossas orações.

Kamilia finalmente recebeu a custódia de seus filhos gêmeos em uma apelação no tribunal (acompanhe este caso). Lembre-se que em 24 de setembro, um julgamento outorgou a custódia para seu ex-marido, convertido ao islã, apesar da lei egípcia garantir a custódia dos filhos para as mães até completarem 15 anos (os gêmeos têm 14 anos), uma sentença dada por Grand Mufti Ali Gomaa, especialista nas leis islâmicas, decretou que Kamilia deveria ficar com a guarda dos filhos.

A outra boa noticia é sobre Martha, ex-muçulmana, presa no aeroporto do Cairo em 13 de dezembro (saiba mais), foi solta sob fiança. As autoridades falharam em executar a ordem de soltura, e Martha só foi liberada depois que seus advogados notificaram o tribunal, que só então, expediram outra ordem.

Ela ainda é acusada de portar documentos falsos. Ela obteve um documento de identidade afirmando que era cristã, e que havia adotado um novo nome. Essa identificação, forjada, permitia que ela recebesse um passaporte e casasse com um cristão. Existem preocupações quanto ao julgamento, pois Martha escolheu ser cristã. Após a última audiência, o juiz avisou que ela não poderia mudar sua fé e fez uma ameaça: “Se eu tivesse uma faca aqui, mataria você” (leia mais). Esse fato aumentou a insegurança de sua família e comunidade.

Os cristãos egípcios que apoiam essas famílias agradecem nossas orações e pedem que continuemos orando:

• Ore para que Kamilia e seus filhos possam viver normalmente, e que sua fé seja respeitada na sociedade

• Ore para que o julgamento de Martha seja realizado com justiça e para que Deus proteja sua família

• Ore para que todos os envolvidos sejam conduzidos pelo Espírito e conheçam o amor do Pai.

Tradução: Deborah Stafussi


Fonte: Middle East Concern

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Membros de igreja indiana podem estar envolvidos em morte de pastor


ÍNDIA (22º) - Os líderes sociais e religiosos em Bihar supeitam que o assassinato de um jornalista e líder batista está ligado com disputas por propriedade dentro da própria igreja.

Em dois de fevereiro, pessoas não identificadas em uma motocicleta dispararam dois tiros contra Rajendra Kamal, do Christian Minority Development Front (fronte de desenvolvimento da minoria cristã), enquanto ele caminhava com um amigo em uma rua movimentada em Patna, capital de Bihar.

O líder cristão, em seus quase 70 anos, caiu no chão, sangrando muito com ferimentos na coxa, afirmou Sujit Prajapati, um policial que estava próximo ao local. Prajapati disse que os assaltantes usaram um revólver com um silenciador: “Desse modo, os tiros soaram como estouros de balão. Senão, eles não teriam escapado tão facilmente”.

A polícia levou Kamal para o hospital Patna Medical College, onde está agora em recuperação.

Rahmat Ansari, um acadêmico muçulmano demonstrou-se chocado com o assassinato de Kamal, “um escritor e jornalista renomado na língua hindu”.

O padre jesuíta e historiador Jose Kalapura também se surpreendeu com o “ataque cruel”. Ele relembrou que Kamal ganhou um prêmio da imprensa católica indiana há alguns anos.

O jornalista hindu Ravij Ranjan Jha, que trabalhou junto com Kamal por 15 anos em um jornal, disse que o cristão escreveu contra os proprietários de terra que exploram os trabalhadores sem terra, “mas ninguém nunca atacou Kamal fisicamente”.

Algumas pessoas dizem que o ataque aconteceu devido a brigas internas na igreja.

Jha disse que Kamal se opôs à “tomada massiva” da propriedade da igreja Batista pelos pastores e leigos, mas o padre Kalapura suspeita que o ataque foi conseqüência das “competições legais” que Kamal tinha com os outros batistas.

Segundo John Abraham, um pastor pentecostal muito próximo dos batistas em Bihar, Kamal prestou queixa contra outros sete batistas por conspirarem para “matá-lo”, mas ninguém foi preso até agora.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: UCA News

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Estudantes Cristãos contrariam publicidade “anti-Deus” com distribuição do Evangelho

Estudantes Cristãos na Grã-Bretanha estão a participar numa distribuição do Evangelho em grande escala, em resposta aos anúncios ‘anti-Deus’ colocados em autocarros por todo o país.

Associações Cristãs de universidades de todo o Reino Unido estão a oferecer 400.000 exemplares de uma edição especial para estudantes do Evangelho de São Marcos para fazer os estudantes pensarem em Deus.

A distribuição segue o lançamento de uma aparatosa campanha ateísta promovida pela Associação Humanista Britânica (AHB) em 800 autocarros de todo o país, no mês passado.

O anúncio da AHB proclama; “Provavelmente, não há Deus. Agora, pare de se preocupar e goze a vida”, e foi aprovado pelo famoso professor ateu, Richard Dawkins.

UCCF: thechristianunions – a organização tutelar dos Sindicatos Cristãos – disse que a elevada afluência aos seus serviços de cânticos no Natal passado foi uma indicação de que os estudantes universitários não partilham do cepticismo de Dawkins e de outros ateus.

Pod Bhogal, Gerente de Comunicações na UCCF: thechristianunions, confirmou a resposta positiva à campanha da parte de outros Cristãos.

“Mais uma vez, devemos agradecer a Richard Dawkins por ter elevado o perfil de Deus”, disse ele. “O seu livro Deus: Uma Ilusão foi uma excelente plataforma para as associações Cristãs sediarem eventos onde as reclamações sobre Deus e Jesus Cristo puderam ser discutidas abertamente e, através disto, as pessoas tornaram-se Cristãs. Agora a sua publicidade em autocarros anuncia claramente que os ateístas não podem ter a certeza. E isto, obviamente, não é um bom ponto de partida para alguém se deixar de preocupar!”

O Sr. Bhogal afiançou que a publicidade ‘anti-Deus’ iria estimular o debate sobre a existência de Deus.

“A apatia é o maior perigo espiritual neste mundo, pelo que o ateísmo militante de Dawkins faz toda a gente reflectir e conversar. Estamos-lhe gratos por manter Deus na agenda deste país.”

Estudantes Cristãos distribuirão exemplares do Evangelho de São Marcos durante os próximos dois meses.

O Sr. Bhogul disse que esta distribuição irá ajudar os alunos a “investigarem a pessoa de Jesus e a formatarem as suas próprias mentes sobre se Ele era Deus em forma humana ou apenas um impostor”.

As Associações Cristãs também estão a planear eventos de sensibilização durante todo o ano, que vão desde debates a palestras, reuniões de café, cursos Alfa e sessões de perguntas e respostas durante a hora de almoço.

Fonte: Diário Cristão / Gospel+

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Obama diz que EUA não são inimigos do mundo islâmico


O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ao povo do mundo islâmico que os americanos não são seus inimigos, em entrevista à rede de TV Al-Arabiya, sediada em Dubai.

"Meu trabalho é comunicar ao povo americano que o mundo islâmico é cheio de pessoas extraordinárias que apenas querem viver suas vidas e ver seus filhos viverem uma vida melhor. Meu trabalho para o mundo islâmico é comunicar que os americanos não são seus inimigos", afirmou.

Obama admitiu que os Estados Unidos às vezes cometeram erros.

A entrevista foi exibida na véspera da viagem do emissário do presidente americano, George Mitchell, para o Oriente Médio. Mitchell deve visitar o Egito, Israel, a Cisjordânia e a Arábia Saudita.


Assista a trechos da entrevista.

O presidente americano afirmou que o emissário vai começar a missão escutando as demandas das partes envolvidas no conflito antes que os Estados Unidos possam elaborar uma resposta à questão.

"Eu disse a ele (George Mitchell) para começar escutando. Muitas vezes, os Estados Unidos começam dando ordens, mas nós não sabemos todos os fatores envolvidos. Então, vamos ouvir. Ele vai falar com todas as grandes partes envolvidas e me dar um retorno para que possamos formular uma resposta específica", disse Obama.

Faixa de Gaza

O enviado especial do governo dos Estados Unidos para o Oriente Médio, George Mitchell, deve chegar nesta terça-feira ao Egito para discutir o conflito entre palestinos e israelenses na Faixa de Gaza.

Mitchell, que foi apontado como o mais alto representante diplomático no Oriente Médio por Obama na semana passada, deve se encontrar com o presidente egípcio Hosni Mubarak para discutir um cessar-fogo duradouro na Faixa de Gaza.

O Egito tem sido o principal negociador de tréguas entre palestinos e israelenses, assim como entre as facções palestinas Hamas, que controla a Faixa de Gaza, e o Fatah, do presidente palestino, Mahmoud Abbas.

Antes que Mitchell embarcasse, o presidente Obama pediu, nesta segunda-feira, que ele agisse "vigorosamente" para buscar progressos na região.

"Quando eu digo progresso, quero dizer não apenas oportunidades para tirar fotos, mas progresso que possa ser sentido de maneira concreta pelas pessoas, para que elas se sintam mais seguras sobre suas vidas. Para que sintam que os sonhos e aspirações de seus filhos podem ser alcançados. Esta será nossa tarefa”" disse Obama na Casa Branca, depois de um encontro com Mitchell.

Irã

Durante a entrevista, o presidente dos Estados Unidos ainda afirmou que o Irã "agiu de um modo que não conduz à paz e à prosperidade da região", mas não descartou a hipótese de dialogar com o país.

"Suas ameaças contra Israel, sua busca por uma arma nuclear e seu apoio a organizações terroristas, nada disso ajudou", disse.

"Mas eu acho que é importante que estejamos abertos para negociar com o Irã, para expressar de maneira clara nossas diferenças e descobrir os potenciais caminhos para o progresso. (...). Como eu disse em meu discurso de posse, se países como o Irã quiserem abrir seus punhos, encontrarão nossa mão estendida”, afirmou o presidente.

Em mais um sinal de que os Estados Unidos podem começar a mudar sua abordagem nas relações com o Irã, a embaixadora americana na Organização das Nações Unidas (ONU), Susan Rice, afirmou que buscará negociações diretas com o país.

Depois de um encontro com o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em Nova York, nesta segunda-feira, Rice afirmou que buscará "uma diplomacia vigorosa, que inclui diplomacia direta, com o Irã" a respeito de seu programa nuclear.

Durante o mandato de George W. Bush, o governo americano não negociou diretamente com Teerã a respeito de seu programa de enriquecimento de urânio, que o país alega ter fins pacíficos.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, no entanto, afirmou que as declarações de Rice não devem ser interpretadas como uma nova iniciativa diplomática com relação ao país, mas que os EUA irão usar todos os elementos de seus "poder nacional" para resolver a questão do programa nuclear iraniano.

BBC Brasil/VINACC - Visão Nacional Para a Consciência Cristã

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Cristãos da Eritréia continuam a enfrentar perseguição



Saiba mais sobre a Igreja Perseguida na Eritréia
ERITRÉIA (11º) - Em maio de 2002, a Eritréia fechou todas as igrejas protestantes independentes. O governo só reconhece as igrejas Ortodoxa, Católica e Luterana da Eritréia como religiões legais, juntamente com o islamismo tradicional praticado por metade da população.
Desde o fechamento das igrejas protestantes, Asmara prendeu pelo menos 2000 cristãos evangélicos nas cadeias locais, nas delegacias e nos campos militares por se recusarem a aderir ao fechamento. A maioria destes cristãos presos é mantida em péssimas condições. Eles são repetidamente submetidos a espancamentos e tortura. Alguns são mantidos em celas subterrâneas ou em conteiners metálicos, onde enfrentam um calor sufocante durante o dia e frio intenso durante a noite.
A comida é insuficiente para manter os prisioneiros, e cuidados médicos são fornecidos somente em casos extremos. Recentemente o governo também estabeleceu um novo centro de confinamento, conhecido por suas péssimas condições, na parte nordeste do país. Os cristãos dizem que o Confinamento Militar de Mitire foi criado com o objetivo expresso de punir cristãos que se recusassem a parar suas atividades religiosas apesar da restrição do governo estabelecida em 2002. Os cristãos presos em toda a Eritréia foram transferidos para Mitire a partir de sua abertura.
O presidente Isaias Afwerki e seu governo categoricamente negam que exista perseguição religiosa na Eritréia, insistindo que os relatos são baseados em “falsas alegações, exageros e fatos sem fundamento”. No entanto, a prisão dos cristãos continuou sem pausa em 2009, elevando para 2900 o número total de cristãos presos.
Tradução: Cláudia Veloso

Missão Portas Abertas


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